quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

MAS QUE MERDA: "também podemos ser livres sem a imposição da 'sua religião' aprisionadora, inconsciente e opressora!"


Porque você insiste em se esconder atrás da religião? Porque não consegue sorrir? Está com algum problema? Não posso te ajudar, estás preso, mas pode se libertar!
O homem inicialmente, se encontra num estado de natureza, anterior à quaisquer Constituições, e é por esse motivo que existe a possibilidade de aproximar o estado de natureza do estado civil, porque o homem não será livre escapando das leis da natureza, como também não será livre, escapando das leis do estado civil, mas tanto em um como em outro deverá conhecer tais leis, começar a deixar-se vencer apenas pelas paixões positivas, ou seja, trabalhar a retidão da vontade.[3]
E como o homem poderá trabalhar a retidão da vontade? Como o homem poderá saber qual sua finalidade? Onde o homem encontrará a sua liberdade?
São indagações que nos trazem à mente a intenção de trabalhar a liberdade do homem em si próprio, e a liberdade do homem num estado constituído, especialmente, a intenção de analisar posturas do Estado constituído para facilitar a liberdade interna do homem. E, já que a liberdade interna do homem repercutirá na sociedade, porque não permitir que a sua vontade seja trabalhada para a retidão?
Como fazer isto?
Pela oportunidade do homem desenvolver suas potencialidades, se permitindo ser guiado pelas suas paixões positivas, porque todo e qualquer homem possui paixões, possui sonhos, e não se pode afasta-lo disso, senão estaríamos afastando-o dele mesmo.[4]  
Espinosa vai dizer que o retrato do homem livre é o homem que não faz o mal justamente porque o ignora – é o homem que age para além do bem e do mal porque age apenas pela força interior de seu desejo e de sua compreensão. É o homem que não teme, não odeia, nem tem remorsos, porque domina os objetos exteriores em vez de ser uma vítima deles.[5]  
O princípio da liberdade em Rousseau constitui-se como norma, e não como fato; como imperativo, e não como comprovação. Não é apenas uma negação de impedimentos, mas afirmação de um dever de realizações de aptidões espirituais. Na consciência da liberdade revela-se a espiritualidade da alma humana; por isso é a exigência ética fundamental, e renunciar a ela é renunciar à própria qualidade de homem e “aos direitos da humanidade”.[6]
Poderíamos arrematar com Kant, pois ele considera uma ação justa aquela que, quando por meio dela, ou segundo a sua máxima, a liberdade do arbítrio de um pode continuar com a liberdade de qualquer outro segundo uma lei universal.
A lei universal que se pretende é justamente a obrigatoriedade da religião sem arbitrariedades, pois no entendimento de Thomas Mann, a religião é o próprio fundamento de toda a atividade política, a base de toda preocupação com a democracia e com os direitos humanos[7].
Começamos dissertando acerca da ciência jurídica e, logo após tentou-se buscar em reflexões sobre as liberdades interna e social, isto é, um direcionamento para que o homem pudesse se descobrir.
Nesse sentido, muitos são os momentos históricos em que há por parte do ser humano a intenção de se completar e, o período da Reforma e da Contra-Reforma foi um destes.
Ao estudar Lutero e Calvino, se vislumbram a existência de duas problemáticas que seriam resolvidas parcialmente, quais sejam: as profundas tristezas e vazios espirituais e, por outro lado, os problemas decorrentes da desorganização econômica social Européia.
Como era evidente, aquilo que se refere ao âmbito espiritual fora momentaneamente resolvido, mas os problemas econômicos não[8]. 
E se as dificuldades econômicas sociais levam as pessoas à exclusão social e ao auto-desprezo, ainda que no campo espiritual, a princípio, tudo esteja resolvido, conclui-se portanto, que estaremos diante da cisão entre a religião e a sociedade, pelo que contraria o entendimento de Thomas Mann.
Nesse diapasão, a religião deixa de ter um caráter de fundamento para a política e de preocupações com os direitos humanos. Logo, torna-se dispensável.
Não obstante a dúvida que nos assolam sobre a autonomia entre religião e sociedade, ainda que as aproximemos, não faltarão vozes para dizer em “como acreditar no D’us onipotente e misericordioso, se ele permite a fome de massas?”
O presente texto não se justifica só por analisar problemas que se apresentam visíveis, como a falta de oportunidade, seja de emprego, estudo, lazer, habitação, alimentação, etc – mas por analisar que por detrás destes problemas aparentes, existe aquele que destrói o homem, que ignora sua dignidade, que o anula, ou seja, o homem não só passa fome, ou vive nas ruas, ou não estuda, o homem passa por tudo isso, além de não saber qual é a sua finalidade, e não sabendo qual é a sua finalidade, ele não se descobre, não se reconhece, portanto, não sabe discernir entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas, entre a guerra e a paz. Não é possível chama-lo de homem, muito menos exigir que tenha uma conduta Justa, ou inerente a de um ser humano!
A religião é uma questão prática que envolve atitude de toda a pessoa[9], não é somente uma criação de regras morais, cujas determinações são obedecidas sem questionamentos, sem uma reflexão zetética, ou tratadas como dogmas absolutos. É no plano social que se pratica a religião.
Numa análise sistemática, casamos diversos dispositivos que protegem os bens mais importantes do homem, aqueles relacionados com a personalidade, em sendo assim, a discussão seria inócua se se tratasse de criação de leis, talvez o que interessa é aquilo que toca à aplicação.
Nesse raciocínio, nota-se que a religiosidade é função da humanidade, assim como as garantias das liberdades. Por outro lado, a humanidade deve estar fundamentada em religiosidade[10].
E dizer que a idéia de dominação não existe seria, simplesmente, confirmar o que temos visto até aqui, uma Democracia ideológica decorrente de interesses capitalistas, que desaguou na multiplicação de regimes autoritários e de ditaduras militares, não só no Brasil, mas em todo o Terceiro Mundo.
Tudo isto marcado pela “corrida armamentista”, que não visava à guerra, mas a intimidação recíproca dos adversários, pois puderam perceber que a bomba atômica não permitiria vitórias, pois todo o planeta seria destruído.[11]
Enquanto vige o “instrumento de poder”, enxergamos sob ele as relações de trabalho e emprego, que são expressões que não se adaptam à realidade, da mesma forma as relações de voto e escolha, da freqüência à escola e a aprendizagem, do comer e do não comer, do vestir-se e não vestir-se, tudo isto repercutindo numa primeira análise no próprio povo, e numa segunda reflexão, no Sistema Jurídico Positivo, que vem passando por uma crise incomensurável, não somente por não atender aos clamores da sociedade, mas também por não permitir a “oportunidade” para que o homem se torne cidadão e por sua vez possa desenvolver suas potencialidades, o que causa, sem sombra de dúvidas, o crescimento da violência que termina na morte do outro, senão física, a intelectual e espiritual.
O ser humano busca o sentido da sua vida, e o sentido se manifesta na busca da felicidade, de realização, de amor. O sentido aparece onde o mundo se transforma em um mundo do homem ou mundo hominizado[12].
O ser é mantido numa relação que o afasta das atividades políticas, portanto, não participa efetivamente das decisões que vão apontando o rumo de sua vida. Quando ele quase descobre que alguma coisa está errada, tem a oportunidade de vestir-se de cidadão e acredita poder escolher algo numa Democracia disfarçada, quando na verdade somente vota, o que é diferente de escolher.
O aplicador da lei deve ser alcançado pela religião, que só acontece através da conduta do religioso em manter os princípios sobre D’us, contestando dialeticamente os entendimentos de modernização dos princípios ou das Escrituras Sagradas, pois os princípios não podem ser modernizados, mas reforçados.
Daí surgem intervenções no sentido de alterar os princípios, mas para isso se faz mister recomeçar, e a razão, conforme Tomás de Aquino nunca começa da estaca zero[13], mesmo porque, não é possível fazer algo sem uma experiência anterior[14] e, não conhecer o que houve antes de nós é permanecer criança.
A liberdade deve ser garantida no seu conceito mais amplo, pois só assim as necessidades básicas poderão ser alcançadas e sanadas, e como bem observou Aristóteles e, depois, Marx, a mera declaração do direito à igualdade não faz existir os iguais, mas abre o campo para a criação da igualdade, através das exigências e demandas dos sujeitos sociais.[15]
Ainda nesse sentido poderíamos dizer que a liberdade não está na declaração, mas na oportunidade de escolha.
Enquanto houver um autoritarismo social e desigualdades econômicas, não há possibilidade de liberdade, pois desta forma a sociedade brasileira fica polarizada entre dominados e dominantes.
Assim o Direito continuaria sendo um instrumento de poder e de dominação, não permitindo escolha alguma, e por outro lado continuaríamos a assistir a classe dominante na a prática de seus próprios interesses.[16] Portanto, vemos a necessidade de que os privilégios se tornem direitos, universalizando-se em interesses comuns.
Então, qual o caminho a seguir?
Talvez, a Moral não seja o ponto fundamental, mas também é importante, pois ela se refere, conforme Espinosa, somente à imposição de deveres ao homem, e é colocada ao lado da religião.
Em última instância a Ética mereceria maior atenção, pois é a definição do homem tal como ele é, e demonstra porque o homem é tal como é.[17]
A Ética concreta do Estado é a saída para que o homem seja reconhecido como homem, e o Direito deve assegurar justamente isto. O Poder Judiciário deve dizer o que é e o que não é correto, independentemente do Executivo e do Legislativo, considerando que os poderes são independentes e harmônicos entre si, conforme determinação do artigo 2º da Constituição Federal da República Federativa do Brasil baseado em Montesquieu. O Poder Judiciário nos dizeres da Professora Marilena Chauí aparece como um misterioso, envolto num saber incompreensível e uma autoridade quase mística. Pelo que não corresponde às necessidades da sociedade, além de não cumprir com sua função.
O presente texto aponta problemáticas ocorridas na vida social, quase todas decorrentes da falta de oportunidade, o que termina na morte do ser humano.
E a morte que se apresenta, não é a real, disposta no artigo 6º do Código Civil, 1ª parte, e nem a civil, disposta no artigo 1816 do Código Civil, também não são as mortes presumida ou simultânea, dispostas nos artigos 6º, 2ª parte e 8º do Código Civil[18], mas a morte da dignidade e da auto-estima, a morte da esperança, a morte da alma.
Se almeja neste trabalho discorrer sobre a aparente liberdade num estado constituído, e de como o homem se desvia do caminho da justiça chegando ao ponto de não reconhecer-se como ser humano e, como as Ciências Jurídicas e a Religião podem colaborar para que o homem tenha conhecimento da sua finalidade, podendo, então, trabalhar a retidão da vontade, colaborando assim, para a reconstrução da Sociedade e do Direito.
Vamos tratar, então, de uma liberdade dentro de um estado constituído, e para que esta liberdade não seja limitada, para que ela não aprisione o ser humano, é necessário que existam instrumentos que permitam ao homem, agir com retidão. Logo, teríamos um homem livre que dispõe de oportunidades, portanto, sua vontade estará calcada na retidão, e na retidão pode-se dizer que ele está na liberdade, e assim alcança sua finalidade, se descobrindo homem.
Na liberdade de fazer o que tem vontade de fazer[19], deve ser observado se nesta vontade está presente a retidão, porque assim não estaremos tratando de limitações, mas de justiça, pois a vontade não será disciplinada pelo Estado, e nenhum outro fator externo ao da consciência servirá de base para a feitura de alguma coisa, mas somente a retidão da vontade observada em si mesma, desaguando, então, na justiça.
Quando se observa a liberdade da vontade e a sua retidão, observamos um Direito e um Dever[20] ao mesmo tempo, e com isso consideramos que na oportunidade de escolha o homem alcança sua finalidade se descobrindo como homem, pelo que a renúncia da liberdade de escolha, ou a imposição de privar-se de escolher, redundaria na negação da própria qualidade de homem.
Não só o bem estar social aparece com a prática do trabalho e do desenvolvimento, mas as dificuldades em fazer parte do grupo que vive no âmbito do “bem estar social”, portanto, destaca-se aqui, dois grupos, quais sejam: os dominados e os dominantes. Logo, aos excluídos nascem as dúvidas a qualquer autoridade exterior à razão e, as dúvidas em relação aos sentidos, pois as aparências concretas deixam de corresponder ao ser, e a única coisa que resta aos “juridicamente iguais” é acreditar nos próprios pensamentos. Este fenômeno é considerado pelo Professor José Reinaldo de Lima Lopes como o progressivo impor-se de um solipsismo[21] filosófico, de um sujeito pensante abandonado a seus próprios recursos.[22]
Aos excluídos, falta a oportunidade de escolha, e quando se fala em oportunidade de escolha, se fala em permitir ao ser humano que ele se realize como ser humano, o que pode ser definido como o alcance da sua finalidade, e quando se retira esta finalidade do ser, há uma anulação da sua existência.
Qual seria então a finalidade do ser humano?
Será que a finalidade do ser humano é somente ser um ser humano, ou lhe é permitido alcançar a cidadania, e com ela participar ativamente dos rumos da humanidade?
Poderá escolher fixar raízes num lugar ou outro e colaborar com “sua” comunidade, ou deverá permanecer anônimo?
Hobbes, quando trata do conceito de liberdade no Leviatã, aponta existir uma liberdade dentro do Estado Civil, uma liberdade limitada que instaura um reino de paz e segurança, ao contrário da liberdade no estado de natureza, que aponta para os atritos com outros seres humanos, porque todos são guiados pelas mesmas paixões.
É lógico que Hobbes afirma que é dentro do Estado que a liberdade deve ser localizada, mesmo porque, o próprio povo, através de suas necessidades delegou o direito natural a um soberano, tendo que se movimentarem dentro de uma “liberdade presa” a um Estado constituído.
Nessa linha, ao invés de extremar o estado de natureza e o estado civil, caberia aproximar o conceito de liberdade do estado de natureza para o estado civil, então teríamos o que Hobbes afirmou, isto é, um homem livre é aquele que, naquelas coisas que graças a sua força e engenho é capaz de fazer, não é impedido de fazer o quem tem vontade de fazer. Logo, existiria uma proteção dos cidadãos e não uma limitação da liberdade, pois quando tratamos da liberdade do homem, tratamos da oportunidade de desenvolver suas potencialidades, e nisto consiste a vontade de fazer o que quiser fazer, alcançando sua finalidade sem a destruição do outro.
A função do Direito na sociedade moderna é a esperança de estabilidade, e por isso, a liberdade é assegurada pela legalidade confundida com a legitimidade.
E assim a sociedade acredita obedecer a limitações que ela mesma se dá, quando na verdade existe uma imposição de normas a cada um, é o que afirma Kant.[23]
Em sendo assim, quando lhes é negada a liberdade de escolha, quando lhes é negada a oportunidade de desenvolvimento, quando lhes é negada a possibilidade de alcançar suas finalidades, lhes é negada a condição de ser humano, lhes é negada a condição de cidadão, portanto, resta-lhes viver como animais irracionais, movidos pelo instinto, pela fome, pelas lágrimas de sangue dos olhos de seus filhos que mesmo não tendo oportunidades, aplaudem os pais com um sorriso amargo de dor. O que colabora para o crescimento e fortalecimento da violência. 
Talvez seja o momento de considerarmos algo chamado Vida Comunitária, idéia que não pode ser considerada uma inovação, uma vez que se aproxima, e muito, daquela Comunidade Primitiva descrita pelo apóstolo Paulo no Livro de Atos dos Apóstolos[24]. Isto é, ajuda mútua e vida simples, começando a desenvolver um novo sistema independentemente do mercado e do setor público.[25]
Anulando-se o ser humano não é possível estabelecer oportunidade alguma para o aperfeiçoamento da retidão da vontade e, por isso, o Magistrado, que não é aquele que representa o Estado, mas é o próprio Estado, deverá, efetivamente, dizer o Direito, preservando e fortalecendo a segurança jurídica, o que corresponderá às expectativas da sociedade.
Como se percebe, o entendimento da religião como algo humano é difícil de se aceitar quando se parte única e exclusivamente do ponto de vista da fé, pelo que ressalta-se a necessidade da razão para a efetiva aproximação da religião e humanidade, assim já reconhecida pelo próprio São Paulo, na sua Epístola aos Romanos, reconhecendo que a razão é capaz de chegar ao conhecimento de algumas verdades fundamentais para a própria fé como, por exemplo, a existência de D’us. Dessa forma a razão pode colaborar eficazmente na busca das verdades necessárias à salvação[26].
Como, então, se poderia chegar ao Estado - detentor dos poderes -, e a partir dele nascer uma conduta religiosa capaz de alcançar os seres humanos?
Claro está que somente a fé (subjetiva, pessoal e intransferível) não atingirá tal desiderato, conforme conhecimento empírico relativo às andanças de São Paulo em Atenas, caminhando pelas ruas – não como Sócrates – pois não conversava sobre filosofia, mas sobre a nova doutrina religiosa que viera anunciar.
E por isso, naquele momento, os atenienses, sempre dispostos a conhecer (mais pela curiosidade), conduziram Paulo para o Areópago de Atenas[27] para que pudesse expor suas idéias. Iniciou com uma detalhada observação aos objetos de culto dos atenienses, evidenciando ali um espaço reservado “ao D’us desconhecido”, e foi por esta premissa que argumentou para os atenienses, até que citou a existência de um homem (filho de D’us), cuja idéia fora ignorada e também tratada como objeto de zombaria, mas mesmo assim, restaram algumas pessoas que se convenceram do discurso.
Naquele tempo e nos dias de hoje, são aproximadamente equiparáveis as dificuldades atinentes à persuasão.
A tentativa de converter os judeus e os pagãos educados na filosofia grega, foi logo abandonada por Paulo, pois exigiam provas racionais e lógicas, e sempre contavam com milagres para se convencerem. Da mesma forma os filósofos Epicureus e Estóicos[28].
Passou então à realização de atividades evangelizadoras da Igreja Primitiva para os povos pagãos da Bacia do Mediterrâneo, cuja cultura helenística[29] oferecia maiores possibilidades de diálogo.
Ademais, a cultura helenística da época fora a mais sensível para os discursos do Evangelho, e hoje ainda se encontram camadas sociais comparáveis à cultura helenística.
Então, pergunta-se: Como os menos favorecidos – mais humildes – podem fazer com que a religião alcance o Estado? Como travar um processo dialético do humilde com o mais abastado intelectualmente? Como o humilde transforma a sociedade através da religião, se sua formação é primordialmente fundamentada na fé, portanto, sem razão?
O papel do Estado seria o de se despir da prerrogativa de absoluto, pois atualmente possui três monopólios, que são: consciência social, força e normas fiscais. É viável diluir estes monopólios e o Estado assumir outra postura, pois se percebe que está debilitado e falido, pelo que se tornou uma grande máquina obsoleta.
É necessário viabilizar a oportunidade social para que as pessoas possam aproximar a fé (pessoal) com a razão (social), e então trabalharem uma sociedade melhor.
Enfim, ao cidadão, principalmente aos acadêmicos, caberia um posicionamento político e uma maior atuação crítica, e ao Estado caberia repensar o Sistema Econômico, Social e Político, intervindo nas necessidades e relações mínimas.
O posicionamento político e a atuação crítica dependem de uma liberdade, de uma oportunidade de escolha sem que haja uma limitação da vontade, assim estaremos alcançando a justiça, que conforme Habermas e Kant, nada mais é do que a liberdade. E nessa liberdade deve haver validade.[30]
Por isso, Sartre considera a liberdade como escolha incondicional que o próprio homem faz de seu ser e de seu mundo.[31]
Enfim, além das mudanças externas, deve haver também, uma reestruturação interna do homem, isto é, quando dizer que está derrotado, a derrota será uma decisão dele. Mas quando dizer que a sociedade deve mudar, é porque decidiu melhora-la.
O fato é que a liberdade interna, que conforme Sartre o homem está a ela condenado, só pode ser descoberta se o homem descobrir-se ser humano e, decidir entre existir ou viver! 
 

Referências Bibliográficas[32]

 

BENEVIDES, Maria Victoria de Mesquita. A Cidadania Ativa – referendo, plebiscito e iniciativa popular. São Paulo: Ática, 1991.
BENTHAM, Jeremy. Uma Introdução aos Princípios da Moral e da Legislação. In Os Pensadores. 3ª ed. São Paulo: Abril Cultural, 1984.
BUZZI, Arcângelo R. Introdução ao Pensar. 11ª ed. rev. e amp. Petrópolis: Vozes, 1983.
CHISHOLM, Roderick M. Teoria do Conhecimento. Traduzido por Álvaro Cabral. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 1974.
COELHO,  Fábio Ulhoa. Para entender Kelsen. 2ª ed. São Paulo: Max Limonad, 1997.
COMTE, Auguste. Curso de Filosofia Positiva. In Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
_______________. Discurso sobre o Espírito Positivo. In Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
CZERNA, Renato Cirell. Justiça e História – ensaios.São Paulo: EDUSP, 1987.
FARIA, José Eduardo. Poder e Legitimidade. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1978.
HOBBES, Thomas. Leviatã – ou matéria, forma e poder de um estado eclesiástico e civil.  São Paulo: Editora Martin Claret, 2001.
MARX, Karl. Manuscritos Econômicos-filosóficos e outros textos escolhidos. In Os Pensadores. 4ª ed. São Paulo: Nova Cultural, 1987.
MAXIMILIANO, Carlos. Hermenêutica e Aplicação do Direito. Rio de Janeiro: Forense, 1996.
MOREIRA, Luiz. Fundamentação do Direito em Habermas. Belo Horizonte: Ed. Mandamentos, 1999.
VASSOURAS, Vera Lúcia Conceição. O Mito da Igualdade Jurídica no Brasil. 1ª ed. São Paulo: EDICON, 1995.
WEBER, Max. Ciência e Política. São Paulo. Martin Claret, 2003.
WEBER, Max. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. São Paulo. Martin Claret, 2003.



[1] Teoria Tridimensional do Direito. Miguel Reale. 5ª ed. rev. e aum. São Paulo: Saraiva, 1994.
[2] Teoria Pura do Direito. Hans Kelsen. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
[3] Proslógio. Santo Anselmo. In Os Pensadores. 1ª ed. São Paulo: Abril Cultural, 1973, pg. 147.
[4] Conatus: movimento interno do corpo e o nexo interno das idéias na alma, que constituem a essência do homem. Dicionário de Filosofia. Nicola Abbagnano. 1ª ed. São Paulo: Mestre Jou, 1970.
[5] Vida e Obra. Espinosa. In Os Pensadores. 3ª ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983, pg. XVII.
[6] Do Contrato Social. Jean-Jacques Rousseau. In Os Pensadores. 4ª ed. São Paulo: Nova Cultural, 1987, pg. XVII.
[7] Os escritores e as escrituras – Retratos teológico-literários. Ed. Loyola. São Paulo, 1999, pg. 204.
[8] Reformas Religiosas. Flávio Luizetto. 2ª Ed. São Paulo: Contexto, 1991, pg. 67.
[9] Filosofia da Religião. Urbano Zilles. São Paulo: Paulus, 1991, pg. 190.
[10] Os escritores e as escrituras – Retratos teológico-literários. Ed. Loyola. São Paulo, 1999, pg. 204.
[11] Convite à Filosofia. Marilena Chauí. São Paulo: Ática, 1994, pg. 429.
[12] Filosofia da Religião. Urbano Zilles. São Paulo: Paulus, 1991, pg. 192.
[13] Filosofia da Religião. Urbano Zilles. São Paulo: Paulus, 1991, pg. 190.
[14] Crítica da Razão Pura. Immanuel Kant. São Paulo: Martin Claret, 2003, pg. 47.
[15] Convite à Filosofia. Marilena Chauí. São Paulo: Ática, 1994, pg. 432.
[16] Convite à Filosofia. Marilena Chauí. São Paulo: Ática, 1994, pg. 430.
[17] Vida e Obra. Baruch de Espinosa. In Os Pensadores. 3ª ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983, pg. XIV.
[18] Curso de Direito Civil Brasileiro. Maria Helena Diniz. V. 1, São Paulo: Saraiva, 2002,  pg. 197.
[19] O Conceito de Liberdade no Leviatã. Sergio Wollmann. 2ª ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1994, pg. 78.
[20] O Conceito de Liberdade no Leviatã. Sergio Wollmann. 2ª ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1994, pg. 79.
[21] Solipsismo: a tese de que só existo eu e de que todos os outros entes (homens e coisas) são somente idéias minhas. Dicionário de Filosofia. Nicola Abbagnano. 1ª ed. São Paulo: Mestre Jou, 1970.
[22] O Direito na História – Lições Preliminares. LOPES, José Reinaldo de Lima Lopes. São Paulo: Editora Max Limonad, 2000.
[23] Filosofia do Direito em Habermas: a hermenêutica. ENCARNAÇÃO, João Bosco da. Taubaté – São Paulo: Cabral Editora Universitária, 1997.
[24] A Bíblia Sagrada, traduzida por João Ferreira de Almeida.
[25] Globalização da Economia e Direito do Trabalho. Arion Sayão Romita. São Paulo: Ed. Ltr, 1997, pg. 25.
[26] Tomás de Aquino – A razão a serviço da fé. José Silveira da Costa. São Paulo: Moderna, 1993, pg. 7.
[27] Areópago: Tribunal ateniense; Assembléia de sábios, de literatos, de pessoas ilustres. Dicionário da Língua Portuguesa. 30ª Ed. São Paulo: Novo Brasil, 1986.
[28] Epicureus: idéia em que o prazer é o bem supremo do homem; Estóicos: idéia de autodomínio e indiferentes à dor e ao prazer.
[29] Helenística: povo pagão que não possuía alto nível cultural, portanto, muito influenciado por outras culturas, principalmente orientais.
[30] Filosofia do Direito em Habermas: a hermenêutica. ENCARNAÇÃO, João Bosco da. Taubaté – São Paulo: Cabral Editora Universitária, 1997,  pg.192.
[31] Convite à Filosofia. Marilena Chauí. São Paulo: Ática, 1994, pg. 361.
[32] A organização bibliográfica apresenta obras efetivamente consultadas e citadas no corpo do trabalho, bem como aquelas pesquisadas e selecionadas de forma indireta, pelo cruzamento de citações, levantamento bibliográfico etc., que não foram citadas no texto, mas que compõem o conjunto de obras fundamentais e conexas relacionadas com o tema desenvolvido.


208 comentários:

  1. Deixa eu ver se entendi Professor...temos os Direitos Naturais e o Direito Positivo os protege e os guarda para para que possamos exercer cidadania, se a religião de uma maneira correta e construtiva se aproximasse dos poderes, diminuiria a distancia entre as classes dominantes e dominadas realmente ao ponto de quase iguala las ou torna las iguais?ou a essência da mensagem ainda não é essa?

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    1. Caríssimo Alex Pereira, salve!
      Sua abordagem é inteligente, mas na verdade, aponto a religião como um empecilho para o alcance de quaisquer coisas boas, claro, se ela ficar somente no plano do discurso e da reza!
      Defendo a prática, a pré-disposição em fazer algo, o aperto de mão, o abraço, o carinho; mas não o meu nome citado em rezas quando na verdade preciso de um pedaço de pão!
      Forte abraço!

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    2. Ola professor...oho!!mestre rssss...
      agora um pouquinho mais inteligente ou menos burro, comentarei sobre o presente texto.
      Todo homem tem direito e merece se descobrir, as liberdades internas e sociais estão no espirito de cada ser, a religião aproveita-se desta brecha dentro do individuo para inserir sua religiosidade, que pode parecer a principio liberdade, mas, depois se revela demagogia e cegueira espiritual, se pendermos apenas pelo lado da letra, ou seja, nossas normas vigentes, também não seremos felizes, pois seremos circiados de direitos por um sistema arcaico e decadente que necessita de uma reforma visando as necessidades atuais já.
      Se eu parar e olhar, e deixar o sentimento que me toma ficar latente, entrarei em desespero, pois meu pai "o Estado" e minha mãe "a Igreja" não cuidam direito de mim, se eu correr para debaixo da saia de minha mãe, a principio encontro abrigo, mas se o laço apertar ela vira as costas para mim, e se pisar na bola, meu pai vem e me "fode", ele ate pergunta : Mas porque você fez isso meu filho. Mas, não deixa de aplicar a lei.
      O Direito é manipulação de poder, que quem tem acesso a ele, migra da classe dominada para a dominadora, infelizmente tenho que pensar assim, em meus interesses, pois tenho família e sou o provedor dela, quero ser feliz e livre, sem passar por cima de ninguém, respeitando a liberdade alheia e dividindo o conhecimento, para chegar a um domínio puro onde todo humano seja humanizado e encontre a felicidade de viver com respeito a sua igualdade, dignidade e vida. E que saia do papel todas essas falas...

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  2. Belo texto professor. Realmente vivemos nessa realidade, com todas as letras apresentadas. Porém, gostaria de expressar, talvez de forma errada, também minha opinião. Talvez o bem estar possa soar como se fosse uma conivência de nossa parte, porém, se essa conivência fosse apresentada de forma generalizada traria frutos, seria de benefício. As pessoas se bitolam em rótulos. Por exemplo. Temos de ter fé em Deus. Esse prefeito vai resolver nossos problemas, sendo que todo dano causado há sociedade foi causado por nós mesmos. No passado, pra quem acredita na Biblia ou pra quem já teve a oportunidade de lê-la, pôde observar a idéia de que, por comer um fruto proibido, Adão e Eva condenaram a humanidade inteira. Concordando no ínterim com o apresentado, devemos pelo menos aceitar, que a ação de uma pessoa, ou de um grupo, desencadeia a reação ou porque não dizer, a consequência, sobre todo o resto da sociedade. Sendo assim, acredito que, independente de religioso, ateu, politizado, sindicalista, ou qualquer outro partido ou concepção, a culpa de tudo, inclusive do Direito positivo, seja nossa mesmo. A mosca bate a cabeça na lâmpada sabendo que vai morrer, mas continua batendo. As pessoas não vao deixar de seguir o fluxo, não vao tomar atitudes, porque são coniventes, são reclusas, covardes, e quem pode culpa-las? Quem não segue o fluxo, é noticiado como vândalo, bandido, sem escrúpulos. Se propõe no artigo, algo voltado a liberdade. - Vamos lutar pela liberdade!!! Que liberdade? A do bom senso? O que é bom senso na minha opinião, qual o bom senso do meu vizinho, do meu irmão, do meu pai? Precisaríamos de exemplos catastróficos. Nunca se falou de bullying antes do jovem entra na escola dando tiro por todos lados. Hoje, digitamos a palavra no Google e aparecem reportagens sobre a tragédia na escola, sobre as medidas preventivas que foram adotadas, mas somente após um fato de comoção publica geral. A verdade é que para evitar a decadência jurídica e social, teríamos quase que extinguir a raça humana e começar do zero, com exemplos hediondos e quem sabe viver em paz e harmonia, por uns 100 ou 200 anos, até todos esquecerem ou deixar de se importar e cometer os mesmos erros novamente. Tudo que depende de coletividade, gera confronto e discordância, e por sua vez, tragédia. E observando o comentário que fez a nosso amigo de turma, Alex, a religião pode ser um empecilho, porém, só o é, pois é composta de pessoas.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Você é um doutor poeta. Consegue dizer um milhão de ideias com poucas palavras. Não sou puxa saco. Acho isso mesmo e não tenho vergonha de publicar: Admiro você, doutor, professor, poeta!

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  5. Comentário sobre o texto: "MAS QUE MERDA"
    O texto todo faz refência ao Direito sob a ótica da sociologia. De modo muito claro e objetivo, você, poeticamente, leva o leitor a refletir sobre a igreja, o direito natural, o direito positivo, a moral, a sociedade, os fatos sociais.
    Logo no início já trata do direito natural quando diz que o homem inicialmente se encontra num estado de natureza, anterior `as quaisquer constituições. Continua o texto, fazendo referências ao direito positivo quando se refere `as leis do estado civil e dizendo que o homem deverá conhecer tais leis e começar a deixar se vencer apenas pelas paixões positivas, ou seja, da retidão.Continua fazendo vários questionamentos sobre como encontrar a liberdade. Sabemos que a liberdade é um dos princípios mais importantes da humanidade. Ent’ao, mais uma vez faz referência ao direito.
    Em seguida, com seu discurso de poeta, nos emociona falando das oportunidades do homem desenvolver suas potencialidades, permitindo-se ser guiado pelas suas paixões positivas. Muito sabiamente usa a palavra positiva no sentido do direito natural.
    O texto inteiro faz referências ao direito. não sei como fazer uma análise desse texto em 10 linhas? Você escreve "um filho da puta" de um texto maravilhosamente poético, emociona-nos, mostra- nos em apenas um texto um milhão de ideias sobrem sociologia do direito e pede para escrever 10 linhas!
    Analisa não somente os problemas aparentes, mas analisa o ser humano com uma alma e nos mostra que o sistema positivo passa por uma grave crise que juntamente com outras instituições, inclusive a igreja, destrói o homem, mata o homem, ignora sua dignidade, anula-o. E esse sujeito assujeitado não sabe mais qual sua finalidade...
    Mas sabiamente traz a esperança com suas palavras quando coloca que a mera declaração de direito `a igualdade não faz exigir iguais, mas abre caminho para a criação da igualdade, através das exigências e demandas dos sujeitos sociais.

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  7. Comentário sobre o texto: "MAS QUE MERDA"

    Professor, meus parabéns, é um excelente texto.

    Ao analisá-lo, observa-se que consiste numa síntese do Direito, de um ponto de vista sociológico. Inicialmente, pode-se identificar o direito natural, que originar-se da consciência humana, correspondente a uma justiça superior e anterior e posteriormente o direito positivo proveniente do estado. Afirma que o homem não será livre fugindo das leis da natureza ou das leis do estado civil, mas que tanto em um como em outro deverá conhecer tais leis.
    O texto expressa a importância do princípio da liberdade do homem e a ligação da igreja nos fatos sociais. Analisa as consequências que há por traz dos problemas econômicos sociais, como a falta de oportunidade, que contribui para um grave desequilibro na sociedade. Contudo, para que se tenha uma sociedade mais justa e igualitária é preciso que o estado crie oportunidade para que o ser humano possa se desenvolver como pessoa e assim se descobrir como indivíduo. Que a religião não seja voltada apenas para a questão social espiritual, mais também voltada para a questão econômica.

    LEIDIANE SERAFIM MELO - SOCIOLOGIA - FAC III

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  8. Direito - FAC III – 1° Sem.

    Antes de qualquer coisa, belíssimo texto! Antes de cultura, carinho e dedicação, uma inteligência exacerbada. Difícil escrever em poucas linhas, enquanto nossas opiniões e críticas praticamente “pulam” de nossas cabecinhas ocas... Além de toda teoria, Direitos natural e positivo, a Tridimensional do Direito - que a essa altura já incrustaram nosso saber – pormenores clamaram minha atenção, fatos ligados a influência da Teologia na construção de uma sociedade, eventualmente do Direito.Toda essa babaquice comercial que virou a religião, a verdadeira fé.Mas, mestre, se me acabe uma pequena crítica, não foi exatamente dessa forma que foi criada a Igreja,se um Direito Teológico foi criado apenas porque todo um império estava em decadência econômica?É fato que necessitamos de uma Igreja que critique menos e ajude mais, bem como também é verdade que precisamos desesperadamente de um poder menos opressor. Uma religião mais ativa frente aos problemas sociais talvez imputasse ao homem não apenas o direito de estar vivo, mas também fazer valer essa vida. Mas se é fato que nossas Igrejas transformaram-se em grandes “negócios”, como esperar que a tão perseguida função social, disposta em nosso ordenamento jurídico, seja alcançada, se a fé não mais exerce seu papel como fonte benéfica do Direito?Se a grande “mãe” que é a Igreja, com tamanho poder social, não o cumpre proveitosamente... Se o próprio Ser divorciou-se de sua liberdade, sujeitando seu papel a opiniões pressionadas, onde apenas co-existe, e não mais atua. Delicado tema, tão antigo, tão discutido, e nada resolvido. O Homem assume uma postura secundária, tornando mais estáticas nossas normas. Se a cidadania não for naturalmente exercida, de forma livre e não apenas legitimada, temos uma sociedade que não evolui, o que reflete em nossa construção jurídica. Talvez a contestação da norma vigente deva ser mais incentivada nas cadeiras universitárias.

    Bruna M. Gomes
    RA 6451247085

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    1. Sugestões compromissadas e próprias de quem lê e deseja mudanças!

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  9. Professor excelente!Gostaria te expressar meu posicionamento sobre o texto. O homem sabe que algo na sociedade está errado,mas a ignorância é um fator determinante na liberdade do ser humano. Quando digo ignorante me refiro a pessoa desprovida de instrução, falta de sabedoria. A sabedoria humana seria a capacidade que ajuda o homem a identificar seus erros e os erros da sociedade e corrigi-los.Com isto o homem perde a sua liberdade no sentido de não saber o que fazer. O próprio Estado cria mecanismos para que o ser humano não desenvolva a sua sabedoria, afinal pessoas cheias de certezas e argumentações só serviriam para atrapalhar a movimentação da máquina do poder.Enquanto isso as religiões se aproveitam, como uma mãe colocam o individuo no colo e abrem as portas para a cegueira da intelectualidade.Concluo que essa situação é mais difícil do que parece pois o principal responsável pela mudança não irá fazer nada que o prejudique, a religião sai ganhando e a sociedade em si que segure a bomba.Ou seja por enquanto vivemos cada um por si e Deus para todos. Isabel Bianchini aluna do primeiro ano do curso de Direito Fac III

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  10. O texto é de uma excelência espetacular, com apontamento muito interessantes, colocados de um maneira bastante clara. Vários estudos foram abordado, como por exemplo: Direito natural, direito positivo, a influência da religião no direito e na sociedade, alguns fundamentos da escola marxista e jusnaturalista e tantos outros. deixando claro a importância do direito em uma sociedade e como as pessoas necessita conhecer as leis, o direito e os deveres a elas apresentadas, nos permitindo viver e manter direitos fundamentas para a sobrevivência humana. Fazendo nos chegar a questionar a nossa participação em nossa própria vida e em nossa escolhas!
    Valéria Brito, faculdade Anhanguera unidade 3 turma de Direito 1º série.

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    1. Que bom que se questiona!
      Nossa vida é mais!
      Abs

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  11. Professor, queria primeiramente, parabenizá-lo pelo excelente texto.

    O texto nos mostra de forma clara e objetiva, o ponto de vista sociológico do Direito.
    No início, é apontado o Direito Natural, que é o Direito que vem antes de qualquer Constituição, também nos mostra o Direito Positivo, e de uma certa forma, abre nossos olhos para a realidade da igreja dentro da sociedade, nos dizendo que ela acaba, sendo uma espécie de empecilho, acredito eu que não pela igreja ou pela religião por si só, mas da forma que o homem a vê, porque seguem a religião de uma forma de verdade absoluta, sem questionar, dizendo que o mundo está como está porque Deus quis assim e não enxergam que o ser humano é quem faz seus próprios caminhos. Mas da forma que o mundo está hoje, ao meu ponto de vista seria impossível o homem reconhecer isso.
    O texto também nos mostra a moral, entre outras coisas. E o que mais me chamou a atenção, foi a parte final do texto, onde diz que para ter uma sociedade melhor, o homem tem que mudar internamente, para depois disso ter a vontade de mudar a sociedade, e que o homem tem que fazer uma escolha para acontecer essa mudança: realmente viver, ou apenas existir!
    Elen dos Santos Silva- RA 6814003383 aluna do 1° ano de Direito da Fac III

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    1. Gostei da sua compreensão acerca da mudança interna e após colaborar com a sociedade! Abs

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  12. Fazendo uma analogia entre o texto e os capítulos de I a V do PLT. Socioologia Geral e Jurídica
    O texto começa falando a respeito da complementariedade do Direito Natural e do Direito Positivo, trazendo um rápido entendimento sobre a gênese do Direito e a sua funcionalidade na sociedade.
    Na exposição das formas de como trabalhar a liberdade interna do homem, vemos os conceitos das escolas de Direito quando cita os dizeres do filóssofo Espinosa , que é um grande expoente da Escola do Jusnaturalismo e do Direito natural.
    Da Escola Teológica, abordada desde seus primórdios, até o poder de sua influência nos dias de hoje .
    Rousseau, com o racionalismo ou Escola Racionalista ou Contratual e que foi a figura mais importante do liberalismo , autor da conhecida obra Contrato Social. Também a Escola Histórica, trazendo a realidade exposta das necessidades sociais, fazendo brotar normas para atender a mesma.
    Escola Zetética que questiona o Sistema positivo
    Escola Marxista aparece na citação do nome do seu enunciador Karl Marx. Mas em todo tempo a Escola de Direito que fica mais evidenciada é a Sociológica, pois em todo texto, Renato Dellova, trata a respeito dos fatos e fatores sociais, da qual, a escola em questão tem sua origem.
    Vemos as colocações sobre liberdade, trazendo o conceito subliminar do Direito. Dizendo que para a liberdade não ser uma prisão, é necessário que existam instrumentos que permitam ao homem, agir com retidão(normas de conduta). Retidão adjetivada como justiça, estabelecida pelo Estado, trazendo não só Direitos, mas também como Deveres, ao mesmo tempo , reconhecendo-o como ser humano, ou seja, dando oprtunidade de desenvolver suas potencialiddes, e nisto consiste a vontade de fazer o que quiser fazer, alcançando sua liberdade sem a destruição do outro. Uma vez que essa liberdade lhes é negada, perde-se a identidade de ser humano, a condição de cidadão, portanto, resta-lhes viver como animais irracionais, cabendo experiemntar a função compositiva do Direito. Surgindo o conflito, há que solucionar. Trazendo a função social do Direito, compor conflitos e aplicação de sanções.
    Coloca o Direito e sua função social de uma forma clara quando fala a respeito do "bem estar social" e na resolução de seus Conflitos de Interesse. Deixa explícito também a necessidade do Estado criar meios de aproximação da fé com a razão , diluindo seus monopólios de consciência social, força e normas fiscais, fazendo com que suas ações sejam mais direcionadas às soluções dos problemas arcaicos e abastadamente acumulados durante todo o período pregresso de ações obsoletas. Possibilitando as mudanças necessárias para que, o Direito não tenha um discurso prolixo, mas eficaz, percebendo os costumes, os fatores econômicos, políticos, culturais, religiosos e como também outros fatores que atuem sobre a sociedade que possam trazer uma evolução de fato ao Direito, para que sirva efetivamente a sociedade. Não criando mais leis, mas aperfeiçoando-as
    Ainda que em suas assertivas, ele, citando Kant, abra precedentes quanto a consciência da sociedade em relação as normas que ela mesma criou para si, concordo quando Dellova diz sobre a reestruturação interna do homem, fazendo-o, assim, responsável por suas escolhas.
    Em síntese, cada tópico do texto, visto de uma maneira subjetiva por mim, fala de tomarmos parte de tudo que nos rodeia e de tudo que pode nos influenciar de uma forma direta e indireta, pois mesmo as questões mais subjetivas como a fé e a religião, podem e devem ser analisadas para que não deixemos a responsabilidade da nossa própria vida nas mãos de outrem e então, sejamos responsáveis por aquilo que escolhermos: "existir ou vvier"..."Ora, só o homem existe, porque o existir do homem é “para si”, ou seja, sendo consciente, o homem é uma “ser-para-si”, pois a consciência é auto-reflexiva, pensa sobre si mesma, é capaz de pôr-se “fora de si”.
    (Sartre)
    Gustavo J. Ponce
    RA 6443299545
    1° série do Curso de Direito
    FAC III - Campinas-Sp

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    1. Excelente estudo com o link "texto - PLT"...continue firme nas pesquisas onde estiver...forte abraço!

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  13. Direito - FAC III – 1° Sem.
    NOME: VINICIUS LUIZ
    RA: 6473311273

    Na conjuntura de nossa história, a sociedade foi se transformando, gradativamente, em suas estruturas sociais e econômicas. Diante deste exposto, a religião com sua “força” conseguiu se integrar ao sistema politico e econômico da sociedade, através de doutrinas e princípios religiosos que “entraram” na mente das pessoas de uma forma inócua que prejudicou- as mesmas de forma indireta e até mesmo diretamente nas suas concepções psíquicas, filosóficas, culturais e politicas. Frente a isso, nos dias atuais, as pessoas estão, cada vez mais, presas a órgãos religiosos, contribuindo financeiramente e doando patrimônio particular que pode acarretar o desequilíbrio de uma instituição familiar, o que tem ocorrido frequentemente na sociedade. Este fato é complexo e crônico na vida de muitas pessoas, a vida delas às vezes está presa, sem liberdade e autonomia de pensar e refletir sobre assuntos de seu interesse. A liberdade, sendo à base da escola jus naturalista, provém do nascedouro da vida, o que não pode ser limitada por ninguém. NENHUM DEUS pediu dinheiro a ninguém para expor seus pensamentos e sentimentos, com isso, ele NUNCA visou ao fator econômico presente na sociedade conturbada e capitalista que se vê atualmente. A fé provém do homem diante de sua manifestação de vontade de acreditar em DEUS que, por exemplo, está inserido até no preambulo da constituição federal, ou seja, será que o Estado é laico mesmo, não possui religião oficial? Que DEUS é este que consta na magna carta? Em suma, entidades religiosas estão integradas na sociedade propiciando o conforto espiritual ao homem. Cabe ao mesmo em seu interior saber refletir sobre suas decisões e crenças para não ficar privado de sua liberdade. As entidades religiosas possuem suas doutrinas e princípios para serem seguidos por seus fiéis. Frente a isso, o ser humano possui a liberdade de escolha de seguir ou não as regras dessas entidades, e por outro lado, a liberdade, hábitos, costumes, pensamentos e cultura são do homem, pois é ele quem irá decidir sua história de vida fiscalizada pelas normas positivistas presentes no ordenamento jurídico para garantir o bem estar da sociedade.

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    1. Parabéns....a responsabilidade é terrena e humana! Abs

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  15. Direito - FAC III – 1° Sem.
    Nome: Bruno Gomes Ravanhani
    RA: 6818459556

    O texto apresenta de forma clara a questão da liberdade do homem e outros aspectos sociais deste modo o Direito natural que adquirimos apartir do momento em que nascemos e Direito positivo que é proveniente do Estado e também podemos perceber a influencia da igreja dentro da sociedade, e por essa influencia muitos atribuem todo e qualquer problema a religiosidade como se trata se de uma vontade divina, e não conseguem ter um momento de reflexão, de que tudo que acontece conosco e tudo que esta ao nosso redor é fruto de nossas ações. Sem a sociedade tentar esta reflexão ficamos presos a um estado que não funciona e buscamos apoio na igreja que muitas vezes não cumpre seu verdadeiro papel, deste modo fica claro que ha necessidade de uma mudança dentro da sociedade de suas crenças e seu modo de agir para assim não privar a nossa liberdade.

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    1. Mudança depende de consciência! Muito bom! Abs

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  16. Caríssimo Doutrinador, se assim me permite nomeá-lo: Quem criou a religião? Quem criou o Direito? Quem formou a sociedade? Quem transformou as três instituições das perguntas anteriores? Curioso como todas as respostas remetem ao homem... Difícil imaginar um líder religioso pregando direitos e deveres sociais, se a labuta diária de se fazer cumprir ao menos as premissas religiosas já lhe é penosa. Inimaginável também seriam políticos postulantes ou postulados dirigindo à população discursos morais sendo seus princípios pautados no poder. Como os juristas seriam diferentes, se no cerne do Estado está justamente a política e a religião? Veja que todos os cenários são comandados pelo homem. Pressupõe-se assim que quaisquer manobras, sejam de liberdade ou castração devem partir dele (homem). Na individualidade certamente não obterá amplo êxito, mas o mesmo pode se dizer do conjunto? Não podemos aqui imputar culpa a órgãos ou organizações, pois sua formação não é divina ou burocrática, ela é somente humana. Por que eu seguirei a regra social/política/religiosa determinada por um líder se não compactuo com ela? Por temer sanções (sejam elas físicas ou espirituais) ou por me acovardar perante o que é a mim imposto? Por que um determinado grupo da sociedade se mobiliza quando luta pela liberdade de sua classe, mas não se mobiliza pelo bem geral? A liberdade que se busca ou que se imagina como ideal é individual ou coletiva? O ser humano é dotado de escolhas, mesmo que tolhido pelo sistema, e deve exercer sua cidadania visando a coletividade e não apenas a salvação do seu próprio umbigo. Isso soa utópico, tanto quanto a idealização de um meio social coeso e livre, pois se o próprio homem em sua essência é incapaz de livrar-se da ambição, como será independente ao ponto de formatar suas próprias crenças e condutas? Imaginemos o seguinte cenário: Alguns pensadores e idealizadores da sociedade civil "livre e feliz" são confinados em uma ilha nunca antes habitada e a eles é dada a faculdade de iniciar uma nova sociedade formada aos seus próprios moldes e independente das regras hoje existentes. O conflito de ideias estaria ausente deste meio? Não havendo interferência religiosa ou disseminação de doutrinas religiosas, a razão como única fonte de conduta bastaria para manter a liberdade de expressão e comportamento? A quantas gerações desta sociedade isso seria levado? Se as respostas diretas as estas perguntas forem respectivamente diferentes de “sim”, “sim” e “todas”, então melhor seria que a citada bomba nuclear nos devastasse do planeta para nova formação biológica...

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    1. Completando informações: FAC III - 1º ano Direito

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    2. Apontamentos de quem estudou além do roteiro! Fico feliz de ter a sua admiração, é recíproca! Abs

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  17. Direito - FAC III – 1° Sem.
    Nome: Pedro Gustavo Januário
    RA: 6269211944
    Resumidamente o texto fala sobre a questão social do homem, o Direito do homem na sociedade no aspecto: social, seu modo de pensar, religioso,etc. Ele está direcionado para o Direito Natural onde é implementado diretamente com o jeito de enxergar a sociedade, poder opinar como "um cidadão" normal em meio a sociedade. Faz com que o Direto se torne algo comum, o que é necessário para cada pessoa viver de sua maneira.

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  18. Direito - FAC III – 1° Sem.
    Nome: Daniely Fabiani A. R. Justino
    RA: 6475288990

    Ótimo texto professor!
    Fazendo uma análise do que aprendemos no capítulo I ao V, está bem claro no texto citado, o Direito Natural, onde “o homem se encontra num estado de natureza, anterior a quaisquer Constituições”. O Direito Positivo, onde a leis regras devem ser seguidas. Encontramos a Escola Zetética, onde se questiona esse Direito Positivo. Escola Marxista, onde o Direito pressupõe o Estado. E a que mais utilizamos na sociedade hoje em dia a Escola Sociológica, pois tem origem nos fatos sociais. E o texto é um fato social. Falar sobre a influência da religião é um fato social, que não emanam da competência dos órgãos da sociedade global. O Estado é o “pai” e a Religião é vista como a mamãe da sociedade, que ocupa como foro íntimo, com a consciência pessoal.
    A sociedade tem a liberdade, para seguir ou não seguir tais doutrinas. Portanto, conforme citou o último parágrafo, onde Sartre coloca, que a questão de liberdade onde está a ela condenado, só pode ser descoberta se o homem descobrir-se ser humano e decidir entre existir ou viver.

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  19. Bom penso eu que o texto trata de vários temas que já estudamos. Fala sobre direito natural e positivo também fala sobre as escolas . Mostra que a religião tem um papel de dar esperança aos fiéis. A falta de oportunidade, a liberdade limitada são problemas que devem ser resolvidos pelo Estado, porem a religião deveria alcançar as dificuldades dos fiéis. Esse texto expõe a necessidade do direito na sociedade.

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    1. O Estado deve mesmo tomar medidas urgentes...abs

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  20. Ótimo texto professor!
    Esse texto pelo que vimos e um texto do direito natural e positivo, automaticamente ele nos faz refletir muito sobre tudo e principalmente a religião.Mostra também que o direito vem mostrando suas possibilidades ao ser humano que deseja mudar algo neste mundo.
    Entendi também que a religião tenta doutrinar e alcançar o estado mas hoje em dia esta cada vez mais complicado mostrar a verdade para o homem, como vemos a liberdade de cada um e algo pessoal então nem todos consegue expressa-la como deveria ser.
    Esse texto deixa claro a necessidade do direito na vida da sociedade, e o que mais me chamou a atenção foi que o professor disse, que quando a sociedade deve mudar e porque decidiu melhora-lha!

    RA;6656400405-DIREITO PRIMEIRO SEMESTRE.

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    1. Nós decidimos o que fazer e quando para o bem social...muito bem! Abs

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  21. Heleno César da Silva
    RA 7023519918
    Direito- FAC III
    1° Semestre

    Texto muito bem elaborado trazendo muito equilíbrio ao falar de assuntos tão complexos como os abordados, a saber: a liberdade individual que é tão massacrada na sociedade contemporânea. Principalmente pela força das desigualdades sociais e pela religião. O professor diz que: “Enquanto houver um autoritarismo social e desigualdades econômicas, não há possibilidade de liberdade, pois desta forma a sociedade brasileira fica polarizada entre dominantes e dominados”. Diz também: “A religião é uma questão prática que envolve a atitude de toda pessoa, não é somente uma criação de regras morais, cujas determinações são obedecidas sem questionamentos, sem uma reflexão zetética, ou tratados como dogmas absolutos. É no plano social que se pratica a religião”.

    Como exemplo dessa falta de liberdade em virtude da polarização da sociedade brasileira, podemos destacar que o homem moderno desprovido de oportunidades não consegue trabalhar a retidão da sua vontade. Tornando muitas vezes um ser irracional levado pelos seus instintos mais animalescos. O que por sua vez origina a violência que é tão comum na sociedade.

    Por outro lado, temos a questão religiosa. A Religião que deveria operar mudanças significativas no homem não tem conseguido cumprir esse objetivo. A religião quando entendida como uma forma prática de atitude amorosa para com o próximo poderia tornar a sociedade mais igualitária e dar liberdade individual aos fiéis. Esse é verdadeiramente o espírito por traz do cristianismo como bem nos assegura o discípulo Tiago na sua epístola católica, quando diz: “Meus irmãos, de que adianta alguém dizer que tem fé se não tiver as obras? Acaso está fé poderá salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem sem roupa e sem o alimento diário e alguém de vós lhe disser: “Ide em paz, aquecei-vos e comei bastante”- sem lhes dar o necessário ao corpo-, de que adianta? Assim também a fé, se não tiver obras, está totalmente morta”. Uma versão prática de cristianismo, muito diferente da religião atual que muitas vezes aliena o fiel da sociedade com doutrinas totalmente apelativas.

    Sem dúvida são válidas as observações feitas no texto, quando o professor diz: “É necessário viabilizar a oportunidade social para que as pessoas possam aproximar a fé (pessoal) com a razão (social), e então trabalharem uma sociedade melhor”.

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    1. Excelente análise, fico feliz com o seu desenvolvimento, é visível o seu crescimento! Um abraço do amigo Dellova!

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  22. Nome: Raoni Frare Moraes
    Direito-FAC III – 1° Sem.
    RA:6453321900

    primeiramente professor te parabenizo por esse texto maravilhoso.
    O texto logo apresenta aspectos nos quais temos total liberdade de expressar e cada um escolher o que lhe faz bem!
    Podemos analisar o contexto apresentado, com o que aprendemos em sala de aula destacando - se o Direito natural, o q inicialmente no texto mostra o estado de natureza do homem e depois regido de regras e leis no qual faz parte do Direito positivo. Percebe-se também que a escola sociológica tem sua origem nos fatos sociais, mostrando como os acontecimentos da vida em sociedade, práticas e conduta as quais refletem seus costumes, valores, tradições, sentimentos e cultura.

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    1. Obrigado Raoni....ótimo que tenha colaborado contigo! Abs

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  23. Muito bom!O texto nos mostra com bastante evidencias e estudo de como a igreja interveio no desenvolvimento da sociedade. Pude observar que se trata de um texto bastante destacado pelos e direito natural direito positivo. O homem preocupado em repreender a “liberdade” fechou os olhos para o Estado deixando assim que se iniciem assim os problemas sociais e políticos. O texto nos deixa uma reflexão de como temos que mudar e sermos mais livres.
    Hélen- 1° SERIE DIREITO.
    RA: 1299514078

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    1. A reflexão é necessária, sempre! Abs Helen!

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  24. Professor, em primeiro lugar quero parabeniza-lo pelo texto.
    Fazendo uma breve analogia entre o texto e os temas já estudados por nós até o presente momento, podemos já no primeiro momento observar a influencia que a escola teológica tem até os dias de hoje na história e no cotidiano politico, no cenário mundial.
    O texto também faz menção ao Direito Natural, uma vez que o Direito Natural e a religião atribuem o direito a vida, vindo de uma divindade. Como também faz menção ao Direito Positivo, criador das Leis, como seu instrumento de poder.
    O texto foi muito bem desenvolvido, não deixando também de exercer o questionamento, assim fazendo também menção a zetética.
    Podemos também observar, que o texto cita a Teoria Tridimensional do Direito, elaborada pelo jusfilósofo Miguel Reale, que buscou unificar três fatores: fato, valor e norma. E também cita a Teoria Pura do Direito, esta elaborada por Hans Kelsen. O texto cita ainda vários outros temas já abordados em sala de aula, como as relações humanas e as Normas como sendo instrumento de poder e também costumes
    Concluindo, se observarmos o texto, podemos fazer uma analogia com praticamente todo o conteúdo que estudamos até o momento com clareza no que diz respeito a disciplina de Sociologia Jurídica.

    Patricia Farias dos Santos
    1º Semestre DIREITO - FAC 3
    R.A.:6814004033

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  25. Salve Dellova!
    Bom, de forma objetiva e sem resenha, conclui-se que o texto frisa em duas vertigens do Direito (O Direito positivo e o direito Natural), e mostra como atraves dessas exercer sua cidadania.
    O texto também faz uma apologia CRITICA sobre a religião, que além de oprimir, exerce uma ajuda "moral" e não CONCRETA na sociedade. Exclui e limita um cidadão desprovido de conhecimento, deixando assim a otica da sua vida sob a fé e seus embasamentos em argumentos religiosos (sendo assim, subjetivo).
    Logo, nos encontramos limitados em relação a tal liberdade. Liberdade de expressão, Liberdade de ir e vir, de fazer certas escolhas e etc.
    Uma excelente reflexão Professor. Mas que Merda!

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    1. Show Yasmin....continue lendo e refletindo! Abs

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  26. Nome: Patrícia Vieira Colombini Aluna do !º ano de Direito FAC III RA. 7024522023

    Analisando o texto a cima, podemos observar que a essência está no caráter geral da sociedade, temos nosso Direito Positivo usado contra e a favor dos desonestos.. A religião oprime sim a maioria das pessoa a nossa volta porém devemos ter o equilíbrio entre as relações da razão e da emoção , no momento precisamos de uma averiguada com urgência nas regras que regem a sociedade, e as pessoas que está lá para por em pratica essas regras pois muitos estão levando a banho maria as crises que a politica está enfrentando... Temos que lembrar que existe o Direito Positivo e que ele deve ser aplicado não só aos pobres mais também aos ricos.

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  29. Primeiramente, parabéns professor pelo excelente texto!

    Após analisar o texto e os temas já estudados, percebe-se primeiro a presença do Direito Natural, que é onde o homem se encontra no seu estado de natureza, em seguida o Direito Positivo que são as regras que devem ser seguidas pela sociedade. Em seguida, nota-se uma crítica a igreja, ou seja a religião, que exerce determinado domínio sobre a sociedade. Não esquecendo da presença do costume e da cultura de determinado povo. Esse texto deixa claro a importância que o Direito exerce sobre o homem no seu estado social.

    Amanda Silva Castro - Fac 3 - 1° semestre DIREITO - RA: 6814001296

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    1. Interessante ter trazido as fontes de direito para o debate! Abs

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  30. ALUNO: GREGORE OLIVEIRA SOUZA COSTA RA: 6889509720 DIREITO - 1° SEMESTRE - UNIVERSIDADE ANHANGUERA CAMPINAS-3

    ´´Caro professor Dellova, passo para você um resumo e dentro deste resumo as críticas obtidas com as minhas ideias, amplo texto com bastante conteúdo a ser falado. Ótimo texto com várias teorias, elogiando pelo seu trabalho.
    No ponto de vista crítico, a religião é função da humanidade questionando prática que envolve atitude de toda pessoa, não regras morais, sendo que a pessoa não pode se prender a religião como prioridade achando que será salvo ou livre do mal, que D´us salvará etc. esquecendo de suas finalidades na sociedade. Não obstante a dúvida que nos assolam sobre a autonomia entre religião e sociedade, ainda que as aproximemos, não faltarão vozes para dizer em “como acreditar no D’us onipotente e misericordioso, se ele permite a fome de massas?”
    Como diz Espinosa que o retrato do homem livre é o homem que não faz o mal justamente porque o ignora – é o homem que age para além do bem e do mal porque age apenas pela força interior de seu desejo e de sua compreensão. É o homem que não teme, não odeia, nem tem remorsos, porque domina os objetos exteriores em vez de ser uma vítima deles. ´´Entende-se pelo outro lado da religião que não tem nada a ver a pessoa se prender pensando que vai ser salvo ou livre do mal ou do mundo através da religião, porque o homem que age pelo bem e do mal age apenas da força interior de seu desejo e de sua compreensão.
    Analisando-se Lutero e Calvino, se vislumbram a existência de duas problemáticas que seriam resolvidas parcialmente, quais sejam: as profundas tristezas e vazios espirituais e, por outro lado, os problemas decorrentes da desorganização econômica social Européia. Neste raciocínio, nota-se que a sociedade em problemas econômicos não basta ter emprego, estudo, lazer, habitação, alimentação, etc – mas por analisar que por detrás destes problemas aparentes, existe aquele que destrói o homem, que ignora sua dignidade, que o anula, ou seja, o homem não só passa fome, ou vive nas ruas, ou não estuda, o homem passa por tudo isso, além de não saber qual é a sua finalidade, e não sabendo qual é a sua finalidade, ele não se descobre, não se reconhece, portanto, não sabe discernir entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas, entre a guerra e a paz matar e não matar o outro


    A moral e a ética são pontos importantes do homem, principalmente a ética que demonstraria a definição como ela é, como ela pensa, como saber qual sua finalidade, do certo e do errado etc.
    No ponto de vista o homem não consegue saber sua finalidade do certo e do errado etc. Ai entra a ética concreta do Estado sendo uma saída para que o homem seja reconhecido como homem. O Poder Judiciário deve dizer o que é e o que não é correto, prevenindo o errado. Independentemente do Executivo e do Legislativo.
    Concluindo-se que: em vista o Direito natural x direito positivo. O direito natural é o pressuposto do que é correto, do que é justo, e parte do princípio de que existe um direito comum a todos os homens e que o mesmo é universal. Suas principais características, além da universalidade, são imutabilidade e o seu conhecimento através da própria razão do homem da fé. Como algo humano é difícil de se aceitar quando se parte única e exclusivamente do ponto de vista da fé.

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  31. O texto relaciona ao direito natural,onde o homem sempre esta em busca da felicidade realizações,amor,religião.E fala também do dirito Positivo que se trata da realidade da igreja,a religião envolve uma questão de pratica que envolve atitude de toda pessoa.O texto fala da liberdade,nos mostra que cada pessoa vive de sua maneira,e a liberdade deve ser garantida no seu mais amplo conceito.

    heber tavares dos santos
    RA 6443303995
    1º semestre Direito

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  33. Ao analisar o texto acima, podemos afirmar que se trata da Sociologia do Direito.
    O texto fala sobre o Direito Natural,que séria a idéia abstrata do Direito o ordenamento ideal, correspondente a uma justiça superior e anterior que adquirimos desde quando nascemos e do Direito Positivo que vem do Estado onde nós faz enxergar a influência da igreja na nossa sociedade.
    O que podemos dizer sobre esse fato é que homem fecha os olhos para o que está acontecendo no Estado e busca conforto nas igrejas sem questionar ou refletir o que tens feito pela sociedade. E todas essas cláusulas nós trouxe problemas socias e políticos, é por esses motivos que deve haver uma mudança no interior de cada ser humano, como afirma no texto " quando dizer que está derrotado, a derrota será uma decisão dele. Mas quando dizer que a sociedade deve mudar, é porque decidiu melhora-la."
    Devemos analisar então o melhor para sociedade e sermos livres e paramos de existir para começar à viver .

    Ana Paula Rodrigues - Fac 3 - 1ºsemestre Direito
    R.A: 6653365872

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  34. Um belissimo texto que nos faz refletir sobre a sociedade e religião,como elas funcionam e caminham, fica clara a presença do direito positivo que provém do Estado e o direito natural que provém do estado natural do homem, pela atual sociedade a busca pela liberdade é algo complicado para nossa atual sociedade, pois hoje quando procuramos o Estado, talvez, ele não consiga atender nossas necessidades, dessa forma procuramos nos apoiar na religiosidade, por isso se vê tanta influencia da igreja na sociedade porém muitas vezes a igreja acaba por não cumprir seu verdadeiro papel. E o texto deixa evidente que o que nos priva da liberdade são nossas crenças e nossos costume para uma mudança dessa situação é preciso a mudança dentro da sociedade, e apoonta tambem a importancia do direito dentro da sociedade.

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  35. O referido texto nos mostra a responsabilidade social que a igreja tem ou deveria ter na sociedade. A grande maioria das igrejas, demonstram grande preocupação social através da oração pelos problemas sociais que afligem a sociedade, mas uma pequena minoria desenvolvem um serviço social que de fato tem alguma relação com a dignidade do homem, quando digo homem me refiro a espécie humana.

    O que falta na verdade é estabelecer uma distinção e traçar metas efetivas, entre, Serviço Social e Ação Social, que considero importante para que de fato algo justo seja feito em beneficio aos excluídos de uma vida digna.

    É muito raro ver igrejas verdadeiramente envolvidas numa ação social. Em geral a igreja se omite e mesmo desencoraja seus membros acerca de envolvimentos em causas políticas que visem modificar ou mesmo derrubar estruturas injustas

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    1. As pessoas devem agir para além do rótulo de "igreja" etc...abs

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  36. Inicialmente o autor evoca o Jusnaturalismo e o Direito Positivo,citando o estado de natureza e o estado civil.
    Ao longo do texto também nos faz refletir sobre as falhas encontradas no sistema jurídico atual,remetendo à Zetética.
    E mostra-nos alguns exemplos da interferência da religião e da economia no Direito.
    Por fim cheguei a conclusão de que o texto é uma análise critica,com função de fazer os seus leitores repensarem o conceito de liberdade na sociedade atual.
    Paula Maciel Palhão -Fac 3-1° semestre Sociologia Geral e Jurídica-RA:1299480374

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  37. Ao analisar o texto fica fácil verificar do que se retrata o texto se inicia falando sobre a religião o porque as pessoa ficam se escondendo atras dela ,em seguida se retrata do homem no seu estado de natureza, que não adianta o homem tentar ser livre fugindo da lei da natureza, retrata dos principio de liberdade, as atitudes das pessoas em relação a religião, a busca do ser humano pelo sentido da vida, a função do Direito na sociedade, O Direito Natural, onde o homem se encontra num estado de natureza,O Direito Positivo, onde a leis regras devem ser seguidas, da realidade da igreja dentro da sociedade, aponta problemas ocorridos na vida social decorrentes da falta de oportunidade, o que termina na morte do ser humano.
    RA: 1299927667
    Carla Raysa Guadagnini dos Santos
    Fac3 1°sem

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  38. Direito - FAC lll - 1º Sem.

    Muito bom!
    Pode-se ver claramente que o texto fala sobre direito natural e positivo, como também abrange vários temas, ideias e fatos que nunca deixaram de fazer parte da história entre o Homem e a Religião, como sua crença na igreja acima de qualquer outro interesse ou conhecimento. Se o homem não tiver interesse em conhecer, explorar e identificar a importância dos fatos sociais em nossas vidas difícilmente saberá do quanto é capaz de enfrentar quaisquer que sejam as problemas e dificuldades que venham aparecer no seu dia a dia, um dos fatores mais presentes são, problemas econômicos e a falta de oportunidade que elevam o crescimento e a desigualdade social.
    É preciso ter fé, mas também conhecer as leis, os direitos e dever de cada um na sociedade.
    Daniela Konishi
    RA 6451317475

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  39. Ana Paula Antunes
    DIREITO FAC III
    RA:6659404295




    Ao analisarmos o texto verificamos que esta relacionado aos direitos do homem, sendo natural e positivo,
    e com clareza podemos ver o direito com relação a liberdade pois ao mesmo tempo que o homem é livre também esta preso as leis ,como pode assim o homem agir com rentidão se é prisioneiro das regras impostas pelo Estado .O homem procura seu lugar quer seu espaço sabe qual é o seu direito mas não tem oportunidade de se desenvolver na sociedade fica a merce do Estado .
    O baixo nível econômico leva um indivíduo a repudiar a si próprio por um instinto de pressupor que não se encaixa na sociedade atual,onde o nível social é a primeira coisa a ser avaliada, tanto economicamente quanto religiosamente ..O direito nasce na religião porem a mesma hoje esta mais voltada para a questão espiritual .
    O homem tem seu lugar na sociedade mas não consegue se encontrar no meio em que vive ,religião ,sociedade ,estado ,regras ,limites tudo é uma questão de escolha cabe a cada um fazer sua parte .
    O estado tem que dar condições para que o homem viva com dignidade pois o futuro depende do presente ,como vamos formar doutores se os mesmo não tem condições de estudar .

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  40. Vamos lá...
    Ao longo da história da humanidade o direito foi interpretado de várias formas diferentes, os direitos fundamentais, positivos ou não existem por excelencia e devem ser observados em todas as sociedades. O direito positivo vem para garantir que o direito natural seja preservado. Quanto a religião, esse é um tema que gera bastante polemica, pois todos nós fomos criados de maneiras diferentes e possuimos valores que nos vem sendo repassados a várias geraçoes. O ser humano é capaz de fazer suas escolhas sem precisar estar vinculado em nenhuma "religião ", e cabe a cada um fazer o que acha que vai ser melhor pra sua vida, desde que respeite os limites do direito natural e positivo da sociedade em que vive.

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  41. Muito bom texto professor Dellova! Concordo com você pelo fato de que a maioria das religiões pregam uma coisa e acabam sendo outra, pregam o amor, mas muitos não sabem nem o que é isso ou como demonstrar. Muitos são os fatos, tamanhas desigualdades sociais, pessoas expulsas e desconsoladas das igrejas, a falta de consideração e amor ao próximo tanto quanto a ganancia e o egoísmo e a mais vilã, a ignorância, que vem trazendo todos esses fatos e claro tudo isso se refletindo na sociedade e na politica, tantas desigualdades e divisões que acabam sendo criados e defendidos por vezes tamanha barbaridades que ocorrem. Mas ainda assim temos uma sociedade em transação, muitos estão mudando a forma de pensar, mas ha muito que se fazer. Enfim, o que nos basta é fazer nossa parte, cultivando o amor e assim tentando entender o que se passa na cabeça das pessoas.
    RA 7023520993 Fabiane Ropele

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  42. Ludimila Vaz Barbosa
    !º semestre de Direto - FAC III
    RA: 6826497838

    É possível observar de forma clara, vários temas no texto a cima. Sendo eles o Direito Natural, Direito Positivo, Liberdade e Religião.
    O Direito Natural, no qual podemos dizer que vem de um ser que para muitos pode ser inexistente mas atráves dEle nos fazemos presentes no mundo, sendo criação do própio. O Direito Natural deriva de uma essência, com uma fonte deslumbrante chamado Deus. Sendo Ele Onipotente, Onipresente, possuindo também suas leis, seus mandamentos extremamente justos. Correspondentes de uma justiça anterior, superior e independente do Direito Positivo.
    O Direito Positivo é um conjunto de normas estatuídas pelo estado. Dentro do Direito Positivo existe os direitos humanos de ir e vir, direito a escola, moradia, emprego etc. Mas, em um país capitalista é impossível ter liberdade. Como no texto diz: "Enquanto houver um autoritarismo social e desigualdades econômicas, não há possibilidade de liberdade, pois desta forma a sociedade brasileira fica polarizada entre dominados e dominantes." Aproveitando de muitos problemas sociais de vários indivíduos, os falsos pastores, falsos profetas, aproveitam para estoquir dinheiro das pessoas que estão com a carne fraca espiritualmente e que se deixam levar, passando outra imagem do que verdadeiramente é o evangélio e a fé em si para os não evangélicos que acabam criticando por certamente desconhecer a palavra de Deus no livro sagrado e assim surge os conflitos da sociedade x religião. O ser humano precisa parar de pensar pela mente dos outros e se auto analisar e se descobrir interiormente para haver mudanças na sociedade pois só assim seremos livres.

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  43. Professor Dellova parabens pelo texto e as mais certas colocações.
    Podemos notar caracteristica do direito natural e direito positivo.Tal qual a grande influência da igreja sobre as pessoas e o direito.
    É absurdo que as religiões possam ter tamanha influência não só no Brasil, mas no mundo como um todo.Um exemplo disso se faz presente quando vemos entidades religiosas e igrejas dominarem grandes veículos de comunicação; quando percebemos o poder que líderes religiosos exercem sobre o comportamento e pensamento de seus rebanhos; e, principalmente, ao nos darmos conta de que um quinhão considerável do Congresso Nacional é ocupado por representantes de determinadas religiões.
    Jussara Costa Sanches RA:6653505711

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  44. O texto é ótimo meus Parabéns. Em uma analise do texto deixa bem claro a intenção de demostrar o quanto a religião quando usada de maneira errada pode trazer vários transtornos. A religião na atualidade envolve vários aspectos como: politica e economia. Devemos ter a respeito a religião e as crenças de outras pessoas, e o texto deixa bem claro.
    Destacando pensamentos como: Direito e a sociedade, alguns princípios da escola marxista e jusnaturalista, aspectos culturais e o costume.
    Portanto o ele nos faz refletir esses pontos e cria em cada leitor um pensamento critico sobre o assunto.
    Jocilene Oliveira Mendes 1º série turma de Direito Faculdade Anhanguera unidade 3

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  45. Professor Dellova , confesso ter achado o texto muito complexo, mas o que entendi é que as pessoas se aprisionam nas leis e religiões e seguem suas vidas como se tivessem que seguir tudo o que está determinado , se o homem seguisse sua vida conforme suas vontades e desejos se sentiriam livres , pois o homem só será livre quando se libertar de si mesmo . O texto aborda também a hipocrisia em falar no nome de Deus, amor, caridade mas na prática mesmo amar ao próximo como a si mesmo não é feito quase nada a respeito , quantos os religiosos que dão pão ao que tem fome e água a quem tem sede? A igreja e política estão muito próximas , apesar de terem de ser duas coisas destintas , uma cuida do homem na sociedade e a outra do espiritual .
    Monik Fischer Ortiz
    Direito FAC 3
    RA 6824479713

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  47. FAC 3 - CURSO DE DIREITO
    ALUNO: KLEYTON MUNIZ DA SILVA
    RA: 7021516546

    Professor, vejo neste assunto um tema bastante rico com abordagem de um assunto passando por diversos temas como: Direito natural, Direito positivo e principalmente uma visão sociológica do direito mas também observo um tema polêmico que gera margem para diferentes pontos de vista.
    O meu primeiro levantamento é o seguinte, será mesmo a religião um empecilho para alcançar as coisas consideradas boas?
    O meu segundo levantamento é a respeito da abordagem da liberdade tão falada no texto, no qual se vivermos em um mundo onde façamos o que bem entender um mundo deste caminhará para uma sociedade melhor para se viver?
    Com relação à primeira indagação o que se observa hoje em dia é um mundo com vários problemas, como fome, seca, guerras entre outras coisas. Tudo motivado pelas ambições humanas, mas por que então descarregar na religião a culpa? Pelo pouco que conheço religião nenhuma predominante aqui na sociedade brasileira prega a ambição, o desprezo ao próximo, acumular riquezas as custas dos mais necessitados. Mas então muitos poderiam alegar que tem pessoas enriquecendo as custa da religião e que não vem fazendo nada para melhorar a sociedade que vive. E em relação a isto mostra o quão ambicioso é o homem que se usa da religião a seu favor.
    Logo, o problema não é a religião que não faz nada para mudar esse cenário e sim o homem que estar a sua frente e destoa a sua finalidade.
    Em relação ao segundo levantamento soa pra mim como uma utopia. Pois viver em uma sociedade totalmente igualitária e com plena liberdade, sociedade nenhuma chegou perto disto muitos filósofos e doutrinadores falaram a respeito como por ex.: Aristoteles e Kalr Marx e alguns países (Cuba, URSS, Corea do Norte entre outros) chegaram a implementar um sistema que muitos determinam como o mais próximo da igualdade que é o comunismo. Porem o que se observa nesses países? São os mesmos que vemos em nações capitalistas que são: Fome, pobreza, classe dominante e classe dominada. A liberdade muitos trata do tema, e criticam o sistema em que esta inserido no nossa caso uma democracia, porem soluções para chegarmos a ela ninguém apresenta.
    O que eu quero dizer com o meu posicionamento é que normas são necessárias para tornar a sociedade com um mínimo de convivência e que se vivermos em um lugar onde a liberdade é plena e que se faz o que bem entender ou baseado no que cada um acha como certo, estaríamos em situação pior do que estamos porque o homem em sua essência tem aspirações diferentes e maneiras diferentes de interpretar as coisas ao seu redor, observa-se isto que falei nos diferentes posicionamentos apresentados nos comentários dos colegas acima a respeito de um mesmo assunto.
    O que se deve buscar são formas de dá a todos as mesmas condições possíveis para cada um conseguir alcançar seus objetivos.

    Com isto deixo minha opinião sobre o tema e minha satisfação de estar tendo o senhor Dellova como orientador, pois nas aulas demonstra o quão importante é para a sociedade o caminha que escolhemos seguir que é o Mundo do Direito.

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  48. Direito - FAC III – 1° Sem.
    Lucas Torriani
    RA: 1299530568
    Desculpa a demora!! kk

    Excelente texto professor!

    Percebe-se claramente que o documento traz a tona um assunto muito delicado, que submerge a mente humana há séculos e ainda hoje, e que envolve a compreensão da liberdade pelo homem dentro de uma sociedade constituída. Para alcançá-la não basta apenas uma declaração do direito à igualdade, mas cria um espaço para a discussão de como exigi-la. Em uma interpretação ampla, conclui-se que a fusão do Estado e a religião podem fazer com que o homem encontre sua finalidade e trabalhe sua integridade. Observando a dificuldade em aproximar a razão e a fé, o Estado e a religião, vê-se a necessidade do primeiro em retirar o casaco da racionalidade e buscar por uma sociedade melhor, já que a fé interfere direta e internamente nas pessoas, por mais difícil que seja a ausência da razão absoluta.

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  49. Direito - Fac III - 1º Sem.
    Daniela F. Martins Moraes
    RA: 6947447604
    Inicei o curso na Segunda - Feira 01/04

    Vou seguir uma linha de raciocinio, partindo do ultimo trecho, que afirma que o homem só pode encontrar a liberdade interna, quando descobrir-se ser humano e decidir entre existir ou viver.
    Como ser humano o homem tem muitos direitos adquiridos em virtude de outros que lutaram por eles, mais analisando de uma forma politica, nos deparamos com uma individualidade sem tamanho, com criação de leis e conceitos que anulam o direito a liberdade, que silenciam as diversas opiniões, de modo que o tratado na lei passa a ser o corredo para todos, sem direito a contestações.
    Enquanto o homem permanecer calado e aprissionado aos seus medos, fracassos, duvidas e ignorância, estará existindo apenas e não vivendo. É necessario sair do comodismo, e não deixar a responsabilidade das crises, como fome, falta de emprego, falta de moradia, desigualdade social, apenas nas costas do estado, ou da religião, melhor dizendo, da ausência de um de Deus que supri todas as necessidades.
    Se o problema estivesse só no estado, teriamos então uma nação 100% em crise, tirando aqueles que decidem em seu proprio beneficio, ou se estivesse na ausência de Deus, talvez nem existiriamos.
    A religião tem um papel informante em incentivar o ser humano a permanecer lutando, mesmo em meio a tantas dificuldades, e também desenvolve trabalhos sociais que visão o bem estar, a ajuda ao aproximo e a cultivar o amor em unidade.
    A ideia de aproximar o estado e a religião, tem seus lados positivos e negativos, depende do ponto de vista de cada pessoa, lembrando que a liberdade somada a retidão parece eficaz, porem o estado e a religião tem pontos de vista diferentes sobre uma conduta reta.
    Sabemos também, que da mesma forma que alguns homens usam a religião em beneficio proprio, financeiramente falando, aqueles que eram para nos defender de tais atos, também se beneficiam dos cofres publicos.
    Sendo assim chego a conclusão de que cabe ao homem, identificar o que o esta aprissionando verdadeiramente, quando identificar, lutar com as suas forças para ser livre.
    Decidir existir ou viver.








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  50. Direito - Anhanguera - 3ª Série
    Raimundo da Silva Dantas
    R.A 4200076025
    Obs: Somente agora obtive êxito nesta postagem.

    Muito bom, dileto professor!
    Primeiramente, é pertinente ressaltar que, além de apresentar um assunto agradabilíssimo, pois trata-se de uma temática do cotidiano, a escrita usada é de fácil compreensão.
    Acredito na linhagem discutida e debatida pelo mestre em foco, pois muitos, inclusive conhecidos, têm se escondido e aprisionado por trás das muralhas históricas de determinadas denominações religiosas.
    Nota-se ainda que, a felicidade somente será possível, quando a aceitação do homem começar por si mesmo, mormente dos seus anseios, paixões, vontades, entre outras.
    Cada um tem a sua busca, e não é cabível em plena era pós-moderna, não aderirmos a pluralidade, seja ela racial, social, financeira e etc.
    Destarte, fica patente que, somente se desfazendo das inúmeras "máscaras", e ou até, mitos e medos, o ser humano será capaz de ser considerado um homem detentor de uma felicidade, mesmo que periódica, porém presente e não ideologia futura.

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  51. Direito - Fac III - 1º Sem.
    Valdemiro Bezerra Luna Neto
    RA: 1108339150
    Inicei o curso na Segunda-Feira 01/04/2013

    Os relatos do texto aborda muito bem o que é viver á uma sociedade preconceituosa e opressora.
    Mas aonde nos precisamos nos libertar do medo de buscar o melhor para nossas vida, independente da raça, sexo ou religião.
    A vida nos mostra o quanto é importante nos buscar a felicidade sem importar com que a sociedade nos impõe.
    Resumindo o texto, ele nos mostra que todos podem ser livres para escolher seu caminha a seguir na vida.
    E que a vida não tem sentido se não for para nos sermos o que queremos ser sem se importar com opiniões contrarias.

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  52. Direito - Fac III - 1º Sem.
    Bruna Thomaz Ferreira
    RA: 6453339718


    Parábens pelo lindo texto mestre. O texto faz refência ao Direito sob a ótica da sociologia. De modo muito claro e objetivo, você, poeticamente, leva o leitor a refletir sobre a igreja, o direito natural, o direito positivo, a moral, a sociedade, os fatos sociais. O texto está direcionado para o Direito Natural, onde “o homem se encontra num estado de natureza, anterior a quaisquer Constituições”.
    O Direito Positivo, onde a leis regras devem ser seguidas. Encontramos a Escola Zetética, onde se questiona esse Direito Positivo. Escola Marxista, onde o Direito pressupõe o Estado. E a que mais utilizamos na sociedade hoje em dia a Escola Sociológica, pois tem origem nos fatos sociais.
    É preciso ter fé, mas também precisamos conhecer nossos papéis e nossos direitos na sociedade, e tomar muito cuidado para não nos tornarmos prisioneiros.

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  53. Meu caro professor Dellova, analisando o texto, me fica o seguinte raciocínio. O continuo questionamento sociológico sobre algumas escolas do direito. Continuo e infinito, por se tratar de um questionamento sobre um fator(Religião), abstrato e subjetivo, fator este que se da através de um processo baseado em emoções, confiança e medo. Sendo a religiosidade um processo desenvolvido pelo homem e os poderes por ele considerados sobre humano.
    Concordo plenamente na necessidade da pró atividade do povo em sair de sua zona de conforto, achando que o seu “ papel com Deus está em dia”. Tendo atitudes mais criticas e logicas, quem sabe assim, secar a fonte rica material que aproveitadores e oportunistas bebem continuamente, alimentados pela ignorância de uma sociedade.
    Aluno: Junio Luiz da Silva RA:6449315874

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  54. Meus caros amigos, obrigado pelos comentários, muitíssimo inteligentes e dedicados....um beijo grande e continuem me prestigiando com a visitação no blog, é importante saber a opinião de vcs, sempre!

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  55. parabéns pelo seu texto dellova, no meu ponto de vista, esta muito claro que o homem tem que sair de sua zona de conforto , usam a religião em seu beneficio próprio, venho ressaltar que temos que perder o medo de siarmos em busca da nossa felicidade Eduardo jammal ra 8075813135

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  56. Muito interessante, descreve sobre os desejos interiores do homem o direito natural, mais se tratando de direito não podemos dar as costas á liberdade temos que estar ligados a religião saber impor, questionar, nunca se calar perante a sociedade .Nos seres humanos temos uma finalidade e se não lutarmos pelos nossos direitos deixaremos ser dominados pelas regras normas que nos dias atuais vão sendo cada vez mais obsoletados.

    Gleici Domingues de Oliveira
    RA: 1299262692 (Mogi)

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  57. Este comentário foi removido pelo autor.

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  58. Ótimo texto professor .

    O texto aborda a questão de liberdade que e imposta por varios fatores entre eles a religião, o estado e a sociedade . O texto traz tambem a relação entre direito natural e direito positivo a uma das escolas usadas como referencia foi a escola sociologica que tem sua origem nos fatos sociais , cultura e acontecimentos da vida em sociedade. Alguns trechos cita a teoria de Miguel Reale que busca unificar três fatores : Fato , Valor e Norma .O texto acorda o ser humano para a luta definitiva de seus direitos afim de dominar a liberdade

    Mayara de Cassia Alves
    RA 8406129697

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  59. Otima reflexão Dellova , nos faz refletir sobre as faltas de oportunidade causadas pela desigualdade social, nós estudantes de Direito temos como dever abraçar esta causa, não só nós mas o Estado como um todo. A liberdade está muito ligada ao alicerce do conhecimento e a satisfação da conquista do que procuramos, mas como alcançar a liberdade de espírito se não podemos ter a oportunidade do saber , do estudo , das condições básicas para a vida ? Igreja , sociedade e principalmente Estado devem se interligar em uma causa que assombra a humanidade desde os primórdios da civilização.

    Lucas Calderon, Direito FAC III 1 º SEM

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    1. Boa avaliação...precisamos conhecer, derrubar barreiras...abs

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  60. Primeiramente, parabéns pelo excelente texto professor!!!
    Nos impulsiona a refletir sobre um novo prisma, a questão do homem e a religião, a liberdade, a busca constante da felicidade e do sentido da vida.. O texto aborda aspectos do direito natural e positivo, aspectos sociológicos e filosóficos, porém o que mais me fez refletir, foi a percepção de que a busca pela felicidade, faz o homem muitas vezes praticar uma fé cega. É comum na atualidade, o mesmo se esconder atrás da religião e abrir mão da sua liberdade, da sua opinião para seguir o que hoje eu acredito, seja mais comércio, que religião.
    Bruna L.B. Grassi, Direito, 1 Semestre, FAC 3.
    RA:8483182874


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    1. Muito bom....a felicidade é simples, o difícil é reconhece-la! Abs

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  61. Este comentário foi removido pelo autor.

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  62. Mas que merda! Foi o que realmente veio em minha cabeça após a leitura deste excelente texto, pois simplesmente revelou quem eu sou dentro do estado de direito atual, ou seja, nada(ou pelo menos muito pouco, que em verdade acaba sendo nada!). Também revelou quem eu deveria(ou gostaria) de ser dentro deste estado de direito, que seria apenas eu: uma parte importantíssima deste, e também da própria sociedade............

    Márcio Carvalho Barbisan, Direito, 1º Semestre, FAC III
    RA: 8207944617

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    1. Que bom que o texto causou isso em vc...fico feliz...abs

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  63. O texto aborda um assunto antigo que é alvo de discussões há muito tempo. A primeira questão mencionada é sobre o Direito Natural, destacando a predominância da religiosidade nas leis e no comportamento em geral da sociedade e a forma com que o Direito era visto. Nos tempos contemporâneos o direito natural deixou de ser algo primordial. A sociedade viu que não bastassem só as leis de Deus para conduzir o direito, nascendo assim o direito positivo. Nos dias de hoje o nosso Sistema Jurídico Positivo está muito enfraquecido, deixando de atender os clamores da sociedade, provocando consequências negativas para o nosso país. O povo não está escolhendo seus representantes que seria o correto, estão simplesmente votando, deixando-os ser dominados. O homem teria de se reeducar, se libertar, viver em paz consigo mesmo e desatar uma força em prol da mudança, ai sim ele vai pensar em mudar a sociedade em que vive. Deixando-o de ser o excluído, e descobrindo em si o ser humano que existe.

    Lívia Bittencourt, Direito, 1º Semestre FAC 3
    RA 8412161827

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  64. Bom dia Professor Renato, mas que merda, que texto grande, como posso eu resumi-lo em poucas palavras?
    Pelo que eu entendi fala sobre o estado e a religião, e também sobre o direito natural e o direito positivo. O direito natural, ele é eterno e imutável, ele é o ponto de referência para saber o que é certo e o que é errado, ele é a base de todas as leis, resumindo, ele é divino. O Direito positivo, por sua vez, decorreria do pacto social a que o homem fora levado a celebrar para viver em coletividade. No inicio o homem teria sido isolado, como foi ilustrado por Daniel De Föe na conhecida historia de Robsom Crusoé. Para sair do isolamento, os homens tiveram a ideia de viver juntos fundando a sociedade através de um pacto, o célebre "contrato social" que serve de título de um dos livros mais famosos de Roussau. As relações do homens em sociedade seriam disciplinadas pelas regras do direito positivo.

    mas que merda, consegui

    MARLENE BERENGUEL DOMINGUES
    RA: 2400006819

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    1. Obrigado pelos novos apontamentos literários Marlene...abs

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  65. Bom, o texto aborda bastante esse assunto de religião, sociedade e liberdade etc..
    Penso que tem muitas pessoas que apreciam a fé, e a religião, eu sou uma dessas. Porém, acredito que cada ser humano tem o poder de criar a sua própria religião e fazer sua própria fé,de forma válida e prioritária. A primeiro tempo o fato religioso tranquilo, racional e perspicaz, não apenas de dogmas e regras sacras, mas de teor cristão, é de extremo valor para a construção do individuo e de suas relações interpessoais na sociedade que o cerca, principalmente contribuindo para o seu desenvolvimento ético e seu caráter, viabilizando deste modo o seu convívio no seio de uma família. para que a moralidade possa ser desempenhada em meio à sociedade. Portanto,a religião é um meio constitutivo e essencial para a sociedade. Mas é, além disso, a sociedade que determina a religião e lhe ajusta o seu desenvolvimento.

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    1. As ocorrências sociais influenciam muito a religião...muito bom...abs

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  66. Este comentário foi removido pelo autor.

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  67. Ótimo texto professor.
    O tema abordado no texto é bastante questionador, nos faz parar e refletir sobre a nossa 'real liberdade'. Concordo que a religião tem aspectos positivos e negativos em relação a sociedade. Não devemos aceitar o que nos é imposto, e sim questionar qual sua finalidade. O posicionamento da igreja e do estado diretamente em nossas vidas, sem se quer nossa permissão, não e justo, mas é realmente de justiça que precisamos? Em primeiro lugar precisamos de igualdade, independente de religião, crença, ideologia, ou posição politica. Claro que a justiça e importante, não a menosprezo, mas em um pais como o nosso o que esperar! A fé ocupa um lugar, creio importante, na sociedade. Pode tapar nossos olhos, mas é essencial crermos em algo, se não podemos crer na justiça, no estado, temos que nos volta para a religião. Não somente para a religião, mas também os fatos que aconteceram, e vão acontecer. Analisar tudo e ver o que realmente levamos para nossa vida. Já estamos em uma especie de prisão, o estado nos impôs à isso, sem percebemos.
    - Direito 1º semenstre Fac3

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  68. Sob um ponto de vista sociológico, o texto aborda de forma clara e objetiva a influência da religião no direito e na sociedade, a religião se integrou ao sistema político e econômico, de certa forma, manipulando os fiéis através de doutrinas e princípios religiosos, o que vemos atualmente, são os órgãos religiosos pedindo contribuições que por vezes são abusivas, ao invés de a mesma ser quem oferece ajuda.
    De certa forma o homem já se vê entregue a religião, seguindo fielmente e cegamente a conduta imposta por ela, sem que aja nenhum tipo de questionamento. Perdendo assim, a liberdade e a autonomia de pensar e refletir sobre assuntos de seu interesse e suas próprias escolhas de vida.
    Mas, cabe somente ao homem a escolha por seguir essas doutrinas religiosas ou escolher o seu próprio caminho, tendo a liberdade de agir, pensar, e viver da forma que melhor lhe convém.
    A mudança deve vir primeiramente de si próprio, tendo em vista, que não se deve apenas existir, mas sim, questionar qual a sua finalidade, e qual o propósito de sua própria vida, além de saber a importância do direito em uma sociedade e conhecer as leis, e os deveres que lhe cabem, não se deixando enganar pela oferta de uma vida melhor em troca de dizimo.

    Bruna Bandini, 1°Semestre FAC 3
    RA: 8407986765

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  69. Este comentário foi removido pelo autor.

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  70. Fazendo uma breve analogia sobre o texto a cima, cabe-se dizer que ele nos faz rever alguns conceitos da sociedade mediante a religião.
    Iniciasse o texto falando sobre o direito natural, abordando que o homem se encontra em um estado de natureza e também o direito positivo já que logo abaixo cita "leis do estado". Também é notável a participação da teoria tridimensional do direito de Miguel Reale no decorrer do texto. Outra teoria também abortada é a Teoria Pura do Direito de Hans Kelsen.
    Podemos dizer que esse texto tem base em partes na Zetética que busca a indagação de afirmações e busca explicação para o aprisionamento da religião, onde o homem deve ir atrás de sua liberdade, de sua finalidade de vida, poder usufruir de tudo que a vida possa lhe dar.
    Para finalizar, a crença em algo maior e mais poderoso torna algumas pessoas mais fortes para encarar dificuldades na vida, porque elas acreditam que essas são batalhas mandadas a elas por Deus, porém, a fixação em algo divino aliena, fazendo com que elas fiquem presas dentro de si mesmas. Acredito que a paráfrase do pensador norte-americano Robert G. Ingersoll que diz “A inspiração da Bíblia depende da ignorância da pessoa que a lê.” se enquadra no contexto de meu ponto de vista em relação ao que fora escrito a cima.

    Darwin Cali. 1º Semestre FAC 3

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  71. Texto muito reflexivo, parabéns!
    No texto liberdade e tratada com uma escolha, uma escolha do que você quer ou não acreditar e ou seguir. A escolha é dada através de vários fatores um deles a religião, que vem influenciando e se enrolando com as também decisões do estado desde sua criação. Na sociedade atual e tudo o que ocorreu no passado esta relacionado entre fé e razão e suas utilizações para um bem comum social. É fato que a religião tem certo poder nas escolhas tanto sociais quanto estatais, porque e algo que seguimos desde criança, um costume logico repassado através do tempo; a cultura também influencia na criação de leis.
    1º semestre Direito, FAC 3

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    1. A cultura é muitíssimo importante...muito bom...abs

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  72. Vinícius Honório - RA: 8484137657 - FAC III - 1º Semestre de Direito.

    A religião, desde o início da humanidade serve como uma espécie de apoio para todos os homens, porém o que muitos esquecem é que por a religião ser feita por homens, ela é plenamente falha. A liberdade que tanto procuramos, (na minha opinião), nunca será acessível, pois vivemos presos em um sistema capitalista e opressor. Texto muito bom, que aborda de maneira inteligente um tema atual.

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  73. Primeiramente parabéns pelo texto Professor.
    Seu texto relata a verdadeira situação em que nos encontramos, onde o ser humano esta em busca de defender somente sues interesses pessoais esquecendo totalmente dos princípios de humanidade e convivência em sociedade. Acredito que esse comportamento vem se tornando mais frequente através dos exemplos dados por nossos representantes políticos ( se é que podemos coloca-los como representantes da sociedade), pois todos os dias temos notícias de atitudes tomadas pelos mesmos que buscam a cada vez mais o interesse pessoal. Sem entrar no mérito religioso o qual o ser humano se lembra desses princípios nos momentos difíceis e na falta de refúgio.


    Allan Carlos Coelho, 1º Semestre FAC3
    RA 1299262609

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    1. Muito bom, falar sobre o assunto sem desrespeitar quaisquer religiões...abs

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  74. O texto trabalha um paralelo entre a liberdade efetiva e àquela oficializada pelas instituições, aos quais, o homem se depara em sua caminhada pela existência.
    Há entretanto de se fazer uma relevante separação entre religião (instituição) e religiosidade.
    É fato, que o homem médio busca outras formas de desenvolvimento social e humano quando tais oportunidades não lhes são devidamente fornecidas pelo estado.
    O ciclo de omissões do estado em relação ao homem o afasta de seu propósito natural, pois impede o mesmo de se entender como cidadão. Com isso, a ajuda de instituições paraestatais vem tentar assim, suprimir este déficit.
    O problema está na forma como estas instituições paraestatais cumprem este papel. O mais comum é que ao invés de libertá-lo, a instituição, coloque ainda, mais amarras sociais e intelectuais neste indivíduo. Não é uma generalização, e sim uma contestação estatística!!!
    Ai alguém poderia perguntar-se: Mais o que resta ao homem então? A resposta deveria ser simples, mais de fato não o é. Justiça! Esta seria a melhor assertiva. Ainda é, mais não sem uma via crucis burocrática e ineficiente. Esta deveria ser a "Deusa" procurada na solução dos conflitos do homem, na busca de suas liberdades. Caberia a esta justiça à solução primordial a liberdade do homem. Infelizmente esta "Deusa" Têmis continua enxergando muito bem e com uma balança descalibrada a muitos primórdios pelo legislativos nacional!!!!!

    Pablo Ferreira 1º Semestre FAC 3 Direito
    RA: 8072854361

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    1. Importante inclusão das responsabilidades do Estado...abs

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  75. Neste texto podemos observar a dificuldade encontrada pelo ser humano em atingir o contexto de liberdade no estado atual de direto pois o mesmo não supri suas totais necessidade nem ao menos esta atualizado no contexto social de nossa época. Podemos observar isso na ditadura do dinheiro que vivemos onde ou por interesse ou por beneficio as leis são manipuladas e redigidas em benefício de grandes contribuintes de campanha de nossos legisladores.
    A também a desigualdade econômica e social que pode ser facilmente observada ao se afastar dos grandes urbanos, onde preceitos básicos da Constituição Federal e da Carta Internacional dos Direitos do Homem como direito a suade e a educação são simplesmente ignorados pelos detentores do poder. Enquanto Imperar a cultura do jeitinho haverá a desigualdade os conceitos de religião com certeza não são perfeitos mas se fosse seguido o preceito básico de: "Ama teu próximo como a ti " muitos dos problemas atuais seriam facilmente resolvidos.

    Diego R. Lima
    1° Serie Direito Fac III
    RA: 8410165263

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    1. A questão é definir quem são os "próximos"...abs

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  76. Observei que neste texto muitas pessoas tentam se esconder atras de uma religião achando que desta forma esta certo,desta forma a justiça sera feita outra forma,e ele fala no texto esta preso,mais pode se libertar, se libertar seria ser você mesmo, sem ter se esconder atras de nenhuma religião, e hoje em dia dependendo da sua classe social voce pode ser completamente excluído de certas coisa, ou conseguir certas coisas com o dinheiro, é o famoso jeitinho brasileiro.



    Caroline Fava
    Direito - 1 sem- Fac III
    RA 7082563386

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    1. Vamos além do Brasil e do "jeitinho brasileiro"...abs

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  77. oi professor ,O Direito Positivo é um conjunto de normas social ,pelo estado Dentro do Direito Positivo existe os direitos humanos de ir e vir, direito a escola, moradia, emprego , Afirma que o homem não será livre fugindo das leis da natureza ou das leis do estado civil, mas que tanto em um como em outro deverá conhecer tais leis.O próprio Estado cria mecanismos para que o ser humano não desenvolva a sua sabedoria .
    adriele santana pinto , Direito, 1º Semestre, FAC III
    ra:8406103602

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    1. Consegue apontar quais mecanismos travam nossa liberdade? abs

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  78. O que eu posso dizer, que eu entendi, é que nós seres humanos não temos direitos de liberdade, agimos de forma como um ser irracional por fatores que o estado quer que agimos.
    De fato, dizemos sorrindo que temos liberdade de expressão, como na verdade nos agimos conforme está escrito.
    As pessoas tentam não se posicionar por medo do que possa acontecer. Mas pelo contrario, se continuarmos assim não teremos direito de expressar o que achamos e sentimos, o que pode prejudicar a sociedade no futuro.
    Como diz, o homem vive de olhos vendados para a realidade, e não tenta sair da caverna para descobrir a sua liberdade no estado.


    Thais G. Ramos
    Direito - 1 Semestre - Fac 3
    RA: 8404110555

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    1. As não se posicionam por medo ou desconhecimento? Abs

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  79. Mas que merda mesmo em...
    essa história de misturar os aplicadores da lei, com a religiosidade e os princípios da religião e ainda trazer um gancho para definir a liberdade é impossível. Primeiro por que tão complexo com as relações sociais, o comportamento humano e até o conceito de liberdade é muito mais amplo do que a simples colocação de religião mencionada aqui.
    Poderíamos dizer que não há liberdade na religião, ou que espelhar-se nela é um erro, até por que religião e relacionamento com Deus são duas coisas completamente diferentes, já diriam renomados teólogos protestantes como Brennan Manning, Henri Nouwen, e talvez até os brasileiros Ed René Kivitz e Ricardo Agreste, pensem deste modo. No entanto ao se estabelecer qualquer tipo de relacionamento com "D'us" e tentar formatar ou definir esta relação estamos reeditando o conceito de religião, ainda que esta não seja a intenção. Nos resta agora recorrer para Paulo, sim o apostolo, que também tem uma grande participação na reformulação do direito que temos hoje e da liberdade que procuramos há tempos; no entanto o referido apostolo, em seus compêndios teológicos, mas especificamente a carta aos cristãos de roma, menciona o formato de liberdade supostamente dentro da religião (Romanos 6) de que o verdadeiro cristão, liberto por cristo é na verdade livre para ser escravo, não há como ser mais complexo do que isso, assim. Assim, essa definição não pode ficar apenas nestas paginas, e talvez, só talvez, pudéssemos esmiuçar essa merda para não ficar tão "peripatético" assim.

    Tiago Machado S. Rodrigues
    1º semestre; Fac 3
    RA: 8263873073

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    1. Esmiuçar é procurar saber e, peripatética será a atuação de quem sabe sobre aqueles que querem aprender, em qualquer lugar! Abs

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  80. Excelente texto!
    Confesso que nunca havia lido um texto que abordasse tantos assuntos em tão poucas páginas e com tanta propriedade. Quando paramos para pensar em religião, liberdade, sociedade, condicionamento, felicidade, poder, sentido da vida, etc. é praticamente impossível isolar qualquer uma dessas matérias, percebemos a fragilidade do ser humano e a força da sociedade. Penso que cada indivíduo teria que ter em mente que nenhum interesse individual é mais importante que o interesse da coletividade.
    Apesar do paradoxo, vejo a religião como uma ciência humana individual, pois quando separamos a religião da instituições que manipulam pessoas por meio dela, fica fácil entender o porquê de um método tão antigo ser usado até a atualidade. Trabalha-se com a crença humana que é uma forte ferramenta para as mais diversas atividades, incluindo-se o condicionamento do próprio ser crente. Leonardo Boff trata bem desse assunto na sua obra “A águia e a galinha. Uma metáfora da condição humana ”.
    Temos que buscar o conhecimento e enxergar as amarras que os diversos sistemas nos impõem, assim poderemos ter melhor base para tomarmos nossas decisões.

    Márcio Santana Marcelino
    Direito - 1 sem- Fac III
    RA 9902005717

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    1. Ótimo....a metáfora de Leonardo Boff é bem vinda aqui! Abs

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  81. Brilhantes ideias, verdadeiro convite à reflexão. Faz bem ler um trabalho que traz no seu bojo um enfoque científico muito interessante envolvendo temas como religião e religiosidade, especialmente nos dias atuais, quando vemos templos e seitas proliferando pelas cidades, comandados por “estelionatários de plantão”, que encontram terreno fértil para sua atividade na insatisfação crescente de pessoas que se sentem “excluídas” de padrões de consumo ditados pelos meios de comunicação de massa. Há tempos considero a religião desnecessária, agora muitas se tornam nocivas. Em que pese o fato de a religião, em passado recente, ter sido um meio eficaz de manter as pessoas “bem comportadas”, entendo que a ética e a moral não precisam de qualquer base religiosa. É inegável a existência de sistemas éticos nas religiões em geral, mas isto não equivale a dizer que é preciso ter uma religião para ser uma pessoa de bom caráter. Sobretudo na hodierna sociedade ocidental, as bases da ética e da moral independem cada vez mais da observância de preceitos religiosos.
    Patricia C. A. Lucas
    Direito FAC 3 - 1º Semestre
    RA 8203944530

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  82. Mestre Dellova, em primeiro lugar, devo dizer que conforme ia lendo o texto, parecia vê-lo, andando de um lado para outro, indo até o final da sala, altercando a fala entre grave, mansa e jocosa, levando a classe do riso ao silêncio, como se fosse um maestro. Resumindo: seu texto também é uma aula.
    Enquanto vai discorrendo, vou me revoltando (rsrsrs) e fico pensando, onde estarão os discípulos de Descartes, com seu pensamento revolucionário, que propôs que todo conhecimento começasse de volta, do zero, recusando todos os “argumentos de autoridade”, aquilo que o homem acreditava por tradição ou por imposição de alguma autoridade ou religião. Temos que concordar que depois de Descartes, o mundo passou a viver séculos de revoluções em várias áreas, botando abaixo tudo o que não resistia à dúvida, seja a idéia de que a Terra é o centro do Universo, seja a de que os reis são pessoas superiores. Mas, veja bem, na atualidade, essa revolução teria que começar dentro de cada ser humano. De dentro pra fora...
    Mas, voltando ao texto, há 3 mil anos o ser humano tenta resolver o problema da morte, descobrir sua missão no mundo e aprender a decidir o que é certo ou errado. Pelo tempo, a estrada é longa e pela ausência de respostas satisfatórias, acho que ainda há muito caminho.
    Somos condicionados a pensar que porque vivemos em uma sociedade democrática, temos liberdade. Nada mais enganoso, já que nem o que nos regra, nos possibilita uma vida verdadeiramente digna. O Estado praticamente nos dirige através de normas, mas não se importa em implementar tudo o que declara e sabe que necessitamos para ser e dever ser.
    Quando você considera a possibilidade de conduta religiosa a partir do Estado, acredito que esteja pensando num Estado como realmente deveria ser: independente de qualquer tipo religiosidade ou crença, que traga de cima para baixo, o sentimento de retidão, de respeito, de compaixão, de exemplo, de conforto, de uma verdadeira prática de inclusão, total e irrestrita, com o real objetivo de transformar os que estão sob sua égide, em cidadãos plenos.
    Sei que meu comentário não teve nada a ver com as comparações que meus prezados e inteligentes colegas fizeram sobre os ensinamentos que temos recebido, mas como percebi que a maioria já disse tudo o que poderia ser dito a respeito, decidi praticar uma liberdade que verifiquei que não tenho, filosofando um pouco...hahahaha
    Como diria Descartes:
    “Posso duvidar de tudo, mas tenho certeza de que estou aqui, pensando, duvidando. Sou uma coisa que duvida, que pensa."
    Ou não. :)
    Cleo Garcia
    RA 8410157975 (olha aí o ser humano sendo reduzido a um número)

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    1. Agradeço imensamente o reconhecimento e, adianto que o professor só pode ser prolongado em outras pessoas, nada mais do que isso, sem glórias ou agradecimentos, sem abraços ou sorrisos! Estamos juntos para o grande desafio diário, que somos nós mesmos! No mais, sua exposição me agrada e sua lógica me convence! Forte abraço!

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  83. Este foi um Texto argumentativo- cheio de Riquezas, parabéns!! Mas nas quais pude refletir e analisar- os pontos fortes de que muitos ficam a mercê de uma determinada religião, Mas ao mesmo tempo pessoas que se sentem retraídas no tocante da questão, Entendo que as bases para se formar as pessoas não estão em sua religiosidade, mas sim, de um âmbito comportamental bem positivo, porque vivemos numa era de decisões, e refleti a cerca do texto que a a ética e a moral é embasada em um posicionamento forte, bem enriquecido e não em preceitos religiosos, claro contribui para a formação e as nomenclaturas de algumas determinadas àreas.Contudo Ressalto que, as desigualdades que temos hoje, colocam a sociedade em ponto nas quais as pessoas se deparam e se vê '' poxa eu tenho que lutar, lutar lutar e ainda não sou reconhecido, mas tenho a certeza que a soliedariedade e o esforço em fazer jus os nossos direitos que fazem de nós cidadãos pessoas confiantes e determinadas- Obtive do Teor do texto, muitas explicações relevantes, Parabéns professor :)
    Edimarço Rosa
    R.A 8405984628

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  84. Edimarço Rosa R.A=8405984628 Direito FAC 3 - 1º Semestre

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  85. Fazendo uma analogia do texto pode se ver que o homem é limitado por ser quem ele quer que seja, não há aquela liberdade que talvez deveríamos ter, a liberdade do homem é diretamente ligada a outrem, quer seja parente ou outro ente social, é mais como cumprir suas obrigações a sociedade e estar sobre as leis de um governo justo e honesto, pq se o homem não é livre, não pode ser autônomo e independente como diz Kant.
    Também refere-se ao direito positivo e o direito natural, concordo que a igreja não deveria se interferir tanto nos direitos, a sociedade se apega a uma religião, a crença e não sabe sobre os seus direitos e deveremos sem mesmo interferir nos mandamentos de Deus.
    Mônica Barbosa Vieira
    Direito - 1º Sem
    RA: 8073870068

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  86. É interessantíssimo!!!
    É muito objetivo, claro e simples a forma como se relaciona assuntos sociais básicos ( dentre eles religião, política, aspectos socioeconômicos e culturais) que tem por única e exclusiva finalidade apontar até onde vai a liberdade do individuo. De fato, para a construção de personalidade e caráter é importante que o ser humano se utilize desses aspectos, mas que não tome eles somente e exclusivamente como sua única linha de raciocínio, sendo só o que deve acreditar, o que deve seguir. Levando em consideração que cada um deles contribui pra nossa formação pessoal, devemos inseri-los em nossas vidas como “base” sendo o que nos da o apoio para construir e determinar o que será o nosso “ser” e o “dever ser”. Podemos imaginar então que eles são como os nossos pais, nos não base e estrutura para ser alguém, mas o que seremos o que acreditaremos o que defenderemos cabe somente a nós definir. As pessoas, a mídia o mundo geral cria e especula inúmeras possibilidades de ter liberdade e, a maioria delas ao meu ver não trata realmente o que é liberdade. Até porque cada individuo possui a sua em especifico, cabe então a nós determinar o que de fato nos torna livres e não deixar se influenciar por crenças religiosas, políticas ou sociais, pois se deixarmos que isso aconteça nunca saberemos o que de fato é liberdade pois, não criaremos oportunidades dentro de nós para conhecer o novo, experimentar o novo e viver o novo. Independente de religião, preferência política ou cultura devemos estabelecer correlação entre ambos os assuntos não deixando que apenas um nos guie, assim viremos dentro do direito estabelecendo o direito de miscigenação de tudo aquilo que é imprescindível para estabelecer a importância de liberdade do ser.
    Profº Dellova muito bem colocou suas palavras, e pode me lembrar em um artigo muitos temas tratados em sala de aula, fazendo uma relação bem redundante sobre a importância da sociologia dentro do direito mantendo o fato, valor e norma, dogmas e as escolas hermenêuticas, o direito natural e humano e muitos outros assuntos como a importância de saber o “ser” e o “dever ser”.
    Enfim, este foi o meu entendimento sobre o seu artigo!
    Att.
    Rafaela Prado Alcantara RA 8208875050
    1º Semestre Direito - Fac 3 Campinas

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    1. Parabéns Rafaela!
      É estreme de dúvidas que leu com afinco....forte abraço!

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  87. O título diz quase tudo (rsrs)
    Religião, política por fim liberdade: será que temos liberdade? Ou não sabemos usar.
    Seria importante que as religiões atuais abrissem novas e grandes possibilidades, quebrando barreiras, paradigmas e condicionamentos sociais, alem de resgatar conceitos sociais básicos que ainda hoje não foram bem trabalhados, sem nos limitarmos a somente um ou outro ponto de vista, seja ele religioso, científico ou filosófico.
    Enquanto houver discrepância das classes sociais não haverá liberdade.
    Norma Moreira
    RA 8098936860

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    1. A discrepância não é uma faceta da liberdade? Abs

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  88. Bom dia! Caro professo Dellova, de fato o texto trata de uma um tema de complexidade milenar e de uma profundidade quase tão insondável quanto difícil o é para resolver. Há uma lacuna gigante no homem que o deixa incompleto e imperfeito. Logicamente um agrupamento formado de homens que carecem da gloria que foram criados formará e manterá uma sociedade com limites morais, éticos e estruturais comprometedores a sua dignidade coletiva e de seus cidadãos. Muitos olham com suspeita a origem religiosa e moral das leis. Mas se não forem norteadas por princípios benéficos ao ser humano oque será então? Ciência? Pode ajudar mas não transformará uma sociedade, nem tocará na alma humana. Errou-se também quando colocaram na religião um caráter impositivo passando de pregação a norma jurídica. O grande apóstolo vivia sua forma zelosa de religião e tinha um conhecimento jurídico acima da média em seus dias. Mais adiante discorre no evangelho que nem o conhecimento nem sua própria justiça é o suficiente para salvar a si mesmo e criar um mundo melhor. Atribui ele, a misericórdia e ao poder do Criador. Muito poderia discorrer sobre esse excelente texto. Mas não caberia nesse singelo comentário. Espero que realmente sirva para nossos futuros juristas despertarem um lado mais humano, sociológico e espiritual nessa carreira. Paulo Araújo Meu Ra é 8403985030

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  89. No meu ponto de vista do texto, entendi que na maioria das vezes a religião impede que o homem construa seus melhores objetivos porque ele fica preso nos termos religiosos rigorosamente. A Religião em si é interessante, pois cada um tem sua crença para a lei da sobrevivência, mas podemos ir muito além da reza (independente dela qual for) dando liberdade primeiramente para as nossas necessidades.

    SABRINA MENESES GRÉCIA CAMPOS RA:8091898650
    DIREITO FAC III 1° SEMESTRE.

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    1. Ele tem a liberdade de se esconder atrás dela? abs

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  90. A religião seja ela qual for, não deve ser como um escudo para as pessoas se esconderem, e também creio que não seja esse o seu papel. Entretanto, alguns a usam como disfarces, ou desculpa para não ''progredir''.
    Dessa forma, o indivíduo limita-se a fazer coisas que normalmente poderia fazer. Claro, algumas religiões tem por regra não permitir certas roupas, comidas, cortes de cabelo, etc.
    Mas o cidadão, que segue tal crença não deveria se prender apenas aos cultos, ou atividades religiosas.
    Após a leitura do texto, penso que a religião é uma das características que compõe uma pessoa e não o que determina quem e como ela será.


    Laís Dosso RA 8208945572- Direito, Fac 3
    1º semestre.

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  91. "Existem dois caminhos na vida. O da Natureza...e o da Graça. Você precisa escolher qual deles seguir"
    Optei em começar a minha reflexão a cerca do texto com uma introdução do extraordinario filme "Árvore da Vida" do diretor Terrence Malick, pois a arte (caminho da Graça) sempre foi capaz de apontar direções quando o ser humano (Natureza) não sabia para onde ir e/ou aonde se colocar.
    Tanto no texto (de forma subliminar) quanto no filme (de forma explicita) são abordadas questões tais como: Liberdade e Escolha; Fé e Racionalismo, Igreja e Estado (entenda-se Igreja enquanto uma instituição humana, pois se tratassemos aqui de sua origem divina não bastaria somente argumentos racionais, mas a experiencia do sobrenatural que não é o caso em questão).
    O ser humano como ser "livre" conduz e vem conduzindo sua "liberdade" através de inumeros caminhos, e o Direito é um deles ou a forma mantenedora desse direito de ser livre, mas como um Homem livre pode exercer essa liberdade sem ser escravo de suas paixões? Até mesmo de suas paixões positivas? Existe liberdade enquanto seres que são conduzidos?
    O Direito não tem por finalidade conduzir o humano a verdade, mas a controlar o caos dentro de si, torná-lo socialmente aceitável, sendo assim nossa liberdade (ideia subjetiva e objetiva) torna-se domesticada por leis e normas que nos indicam como viver (dever ser) e como manter nosso "ser" ja que não podemos abandona-lo simplesmente, vide o pensamento de Soren Kierkegaard - filósofo e teólogo dinamarquês - a cerca do "SER":
    "Ninguém pode ver-se a si próprio num espelho, sem se conhecer previamente, caso contrário não é ver-se, mas apenas ver alguém".
    Esse conhecimento de si a que se refere Kierkegaard não é somente como um conhecimento fiosófico ou teórico, mas prático para que possamos manter "intacto" o SER diante da desmedida necesidade do humano em DEVER SER, não muito longe do pensamento de Kierkegaard (separados por 72 anos) está George Berkeley - filósofo e Idealista irlandês - com seu pensamento inquietante:
    "Ser é ser percebido ou a Essência precede a existência"
    Nos faz pensar que nem mesmo o Direito poderia dar esse sentido do que é a liberdade para ser vivenciada ou experienciada em sua totalidade, inclusive no que diz respeito a liberdade de escolher quem deve nos governar, pois por mais liberto e conhecedor de si o ser humano traz nesse mesmo conturbado "sí" o desejo do controle em suas praticas privadas (fetiches) e controle em suas práticas diárias como por exemplo o cultivo de um jardim ou a domesticação de animais. Em contrapartida onde entra o Estado como mantenedor dessa liberdade que julgamos ser violada pela religião?
    Ora o Estado que por eleição subjetiva teria essa tutela para nos garantir "liberdade" é o primeiro a mantê-la por meio de práticas ameaçadoras e imposição de leis para garantir que todos não entremos numa psicose coletiva e façamos o que quisermos, afinal, sabemos o que queremos?
    Homo homini lupus ou o homem é o lobo do homem (Plauto 254-184) nos lembra que o Homem é senhor e dominador de sí mesmo, buscando a liberdade e amando as prisões. O que quero e desejo enfatizar é que somos escravos por que não sabemos o que fazer com nossa liberdade de seres livres. "Foi para a liberdade que Cristo nos libertou" mas ai virá outra pergunta, libertos de que? Ou do que? De nós mesmos ao qual nos lembra Jean Paul Sartre "O Homem está condenado a ser livre"
    PS: Não sei se compreendi em sua totalidade o texto, se me excedi em minhas elocubrações filosoficas (sou um filosofo não um juiz) mas fica a minha admiração, pois mestre que é mestre tem que formar pensadores melhores que ele.


    José Neto
    RA: 8205951582
    FACIII - Direito 1° Semestre - ainda sem grupo :-)

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    1. Caríssimo José....agradecemos profundamente a sua contribuição! Forte abraço!

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  92. Caro professor, em seu primeiro questionamento, “Porque você insiste em se esconder atrás da religião”, vejo que, mesmo com toda à tecnologia e avanço na ciência que temos, a resposta continua a mesma, a religião é o Ópio do Povo e continuará a ser, o ser humano precisa se apoiar no Divino.
    Procuro nas reflexões dos pensadores, Kant, Lutero, Calvino dentre outros, uma explicação para essa dominação, concluo que a religião caminha na mais tênue das linhas do limite da loucura. Desde sua história, o homem justifica seus atos pela religião.
    A religião não se justifica por si, os questionamentos sem uma reflexão profunda do Ser e do Dever Ser, ou até mesmo no plano Divino e tratar como dogmas absolutos e não questionáveis, corrobora para essa alienação injustificada.
    Nesse raciocínio, a religiosidade deve buscar na humanidade as garantias para manter a liberdade e não a coerção por intermédio do medo. O homem busca o sentido da sua própria vida e a capaz de transformá-la, a partir do momento que é escravizado pela religião ou qualquer outro dogma, o homem se transforma e busca o domínio dos mais fracos. Nossa história já demonstrou que homens, monstros e santos já dominaram a sociedade e as maiores atrocidades foram cometidas. O homem perdeu o que é mais precioso, seja pobre ou rico, a vida. A liberdade supressora e doutrinadora jamais será a verdadeira liberdade de pensamentos, atos e palavras se o instrumento maior, a liberdade sem coerção, não obstar as desigualdades sociais, econômicas e políticas que vivemos nos dias atuais.
    Enfim, as oportunidades devem estar inseridas em um contexto de mudanças, desmistificar o próprio homem para que a sociedade seja construída sobre o alicerce da sabedoria e não da opressão.
    O texto é muito interessante, relaciona religião e política e acredito que podem caminhar e construir juntas, jamais oprimir.
    •Valter Costa – RA. 8073847726 – Direito – 1º Semestre 2014.

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  93. Em pleno século XXI, ainda é possível notar como a "religiosidade" tem dominado a vida das pessoas, quando digo "religiosidade", não me refiro a fé a qual é fundamental na vida humana (independente da crença),mas sim a religião que aprisiona e os priva da liberdade.É necessário queo homem exista e não apenas sobreviva, é claro, respeitando a Lei, mas não se sentindo aprisionado por ela.

    Jéssica Cristina RA 9902007438
    FAC III 1º Semestre Direito

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    1. Cumprir a lei não é estar aprisionado a ela? Abs

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  94. Dizem que quando nascemos perdemos a liberdade, devido a existência das leis civis, mas ora, esta não é um objeto que pode ser perdido e a lei existe para o mantimento da ordem e estruturação da sociedade. De fato, nada o impede de "burlar" a lei, o problema é que as pessoas não querer arcar com as consequências de seus atos. Esta não é uma punição para a sociedade, esta é a lei do universo!
    Com medo da parte da "reação", preferimos terceirizar a responsabilidade de nossas escolhas... e a partir daqui entra a religião...além servir de apoio psicológico (não é um crítica, afinal tenho a minha religião) a religião foi criada para 'explicar' o que ainda não podemos, o que desconhecemos....mas voltando a liberdade, assisti a um filme em que um idealista foi preso e ele disse: "Prenderam o meu corpo, mas a minha liberdade está na mente, ninguém pode tirar minha lucidez, minha opinião e minhas lembranças, somente eu posso decidir perder" (mais ou menos isso). contudo, independentemente de tudo que foi exposto, penso que as pessoas não podem perder o senso crítico, não é pecado e nem fora da lei se perguntar o porque devemos fazer algo.

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  95. Professor, o senhor quis dizer que no meu juridico o ser humano tem que auto se conhecer, e ter claro sua religiao firme decidida para poder alcançar seu obejetivos juridicos, e que o estado como si tem que fazer valer o direito de igualdade dos homens previsto na constituiçao.

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  96. Professor, o senhor quis dizer que no meu juridico o ser humano tem que auto se conhecer, e ter claro sua religiao firme decidida para poder alcançar seu obejetivos juridicos, e que o estado como si tem que fazer valer o direito de igualdade dos homens previsto na constituiçao.
    RA: 8062796550

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  97. Boa noite, professor Dellova!
    No meu ponto de vista, o texto trata do direito positivo e do direito natural. Trata-se de dois polos diferentes: direito ESTATAL e o direito de ter ou não uma religião, crença.
    Penso que existem pessoas que levam a religião a "ferro e fogo".Quando o texto fala de pessoas presas internamente está se referindo a essas pessoas, porém há religiosos que realmente acreditam na existência de Deus, e vivem de maneira alegre,vivendo o que o mundo propicia dentro de uma regra (norma), é logico, senão viraria "farra". Existem pessoas que não acreditam em Deus, isso faz parte do ser humano acreditar no que acha melhor,é um direito da pessoa... O importante é nos respeitarmos independente das crenças de cada indíviduo.
    O direito positivo no meu singelo entender ,é um direito "mascarado" afinal somos obrigados a tudo . Onde está a democracia ? Temos uma classe de políticos que só pensam nos própios interesses, essa é a verdadeira prisão que vivemos, e só depende de nós para mudar!

    Aguinaldo Silva
    FAC III 1° Semestre Direito

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    1. Reconhecimento e respeito pelo outro, basta! Abs

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  98. Boa noite Professor, parabéns excelente texto ...
    Meu ponto de vista, muitas pessoas são egoístas em vários aspectos, mas mesmo egoístas, elas sentem medo de se expressar, e assim se escondem dentro de religiões se fechando para muitas coisas na vida, pensando desta forma acabam por fugir da lei natural e da lei imposta na sociedade, e assim, essas pessoas não sabem exatamente seu objetivo e seu papel diante de uma sociedade tão diferenciada. Esta sociedade diferenciada onde muito se escondem por medo das leis natural e civil, tem outros que se expressam 2 vezes, essas pessoas que se expressam, que vão atrás dos seus objetivos e ideais e nos mostram que conseguimos sim, viver sem a imposição de qualquer que seja, a coisa que nos tira a liberdade, que estamos aqui para lutar pelo nossos ideias, respeitando leis e religiões.

    Marisol Martins
    RA:7626710673
    FAClll1° Semestre Direito

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  99. Não posso negar que a leitura do texto me causou certo desconforto, afinal, atingir essa tão almejada “liberdade” não é tarefa fácil. Eu acredito sim, que todos nascemos bons, puros por essência e com desejos íntegros, porém, manter essa retidão em meio a tanta perversão requer uma eterna luta interna entre aquilo que somos e o que devemos ser, entre aquilo que queremos ter e aquilo e podemos ter. Como direito natural, a plenitude dessa liberdade não deveria ser objeto de luta, mas sim de consentimento. Cada um de nós nascemos com necessidades naturais, porém, o estado tem papel fundamental no desenvolvimento humano, portanto todos, igualmente, deveríamos ter condições de escolhas individuais e comunitárias, mesmo porque, essas escolhas repercutiriam diretamente naquilo que idealizamos. Contudo, todo ser humano, dentro da sua racionalidade pode e deve conciliar aquilo que tem direito ao que lhe é devido. Não acredito que religiosidade possa ajudar de alguma forma, mas se apegar a uma religião, e quando cito a religião, assim como no texto, me refio ao sentido mais amplo da palavra, é sim um instrumento válido para se alcançar o equilíbrio entre fé (fundamental para a existência) e razão (fundamental para a convivência).

    Aline F. Pizzi dos Santos
    RA: 8208976316

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  100. Um texto interessante é que faz com que paremos e pensemos no nosso papel na sociedade e de como exerce-lo de forma livre e sem represálias, tendo um olhar sociológico de estranhamento, envolvendo o direito natural e positivo.
    O homem deve saber quem ele é, porque está aqui, e qual o seu objetivo. Ele não deve se esconder através do que o Estado ou a Religião impõe, mas ele mesmo deve se encontrar no interior de si e consequentemente querer de alguma forma modicar sua vida na sociedade.
    Nossos sonhos e objetivos, como o professor cita, é o reflexo de nós mesmo e deixa-los de lado ou não realiza-los seria como perder nossa própria essência como ser humano.
    O homem deve conhecer as leis que o cercam, mas deve também saber interpreta-las e fazer suas escolhas de forma coerente. Temos como direito a liberdade, mas até que ponto somos realmente livres? Ate que ponto o Estado ou uma instituição religiosa nos permite a verdadeira liberdade? Ou será que essa “liberdade” é apenas uma denominação e se questionada seremos repreendidos pelas normas do Estado ou os dogmas da Religião.
    O Estado deve dar espaço para que o homem possa se desenvolver como ser humano e assim fazer a diferença no meio da sociedade, e a religião que visa somente aspectos espirituais deve também trazer para si aspectos econômicos e se tornar completa, pois como foi muito bem citado: uma pessoa com fome, necessitando de alimento, não será aliviada com palavras de conforto ou uma demonstração de carinho. Ou seja nos aspectos econômicos e religiosos o país tem que mudar e muito para alcançar a plena satisfação aqueles que nele habita.
    O homem tem a total liberdade de fazer suas escolhas e o Estado e Religião deveriam dar espaço para o mesmo expressa-las e aplica-las numa vida social saudável e assim fazer com que vivamos de forma melhor tendo compaixão uns aos outros.
    Bruna 1º sem - Direito Fac III
    RA: 8408146727

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  101. O texto expõe duas vertentes - Direito Natural/Positivo e nos levam a uma reflexão do contexto de liberdade, questionando se somos realmente livres, sendo que a própria lei nos deixa a merce do Estado.
    Há também uma critica em volta da religião , em que as sua doutrinas possuem uma grande relevância no modo de viver da sociedade, onde muitas pessoas seguem cegamente a conduta imposta sem nenhum tipo de questionamento.
    Ademais, cabe somente a cada individuo refletir e seguir sua própria trajetória, com LIBERDADE de pensar, agir, questionar e viver da melhor forma que lhe convém.
    Amanda 1º semestre - Direito Fac III
    RA: 8409163613

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  103. Parabéns pelo seu trabalho, um texto muito reflexivo!!!
    A grande "pobreza" de espírito do homem é viver em função de uma doutrina que não trará liberdade de expressão, e o mais importante, a felicidade fonte principal para um comportamento justo. A maior prisão é se privar de vontades e sentimentos, se escondendo atrás de uma realidade capitalista dominante.
    Não entra em questão a importância que a crença religiosa (fé) traz ao homem, fazendo-o assim discernir claramente suas atitudes do certo ou errado, do bem ou do mal. Tal fato não obriga a religiosidade ser o fundamento da humanidade. Precisamos ser independentes e felizes!
    Hellen 1° semestre - Direito Fac III
    RA: 8409157487

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  105. É incrível como você consegue tornar simples aspectos que , na sociedade em que vivemos, apresentam difícil dialogo. É fato que em nada acrescenta o valor de um individuo, seu seguimento ou não seguimento em doutrinas religiosas, temos o direito do livre arbítrio, sendo assim cada um escolhe por si. O diferente incomoda, e quem não segue o "padrão destinado" acaba taxado, mais vale seguir o que se acredita do que ir em influencia dos demais. Unica doutrina a ser seguida por TODOS é as leis, visto que se tenha uma sociedade civilizada. Não é religiosidade que definirá tal individuo como pessoa do bem doutrinada e sim seu comportamento, atuação perante os demais, fazendo-se desnecessária para tal intuito. Um individuo moral e ético é o que precisamos para que a sociedade caminhe e progride.Vivemos em uma sociedade de rótulos, onde as pessoas já te criticam sem antes mesmo te conhecerem.
    Alguém que demonstre necessidade de seguir alguma religião para ser bom , a pessoa não é boa... é um cão adestrado.

    Beatriz Ferreira RA: 8406163611
    Direito Fac III - 1º Semestre

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  106. Bom na sociedade que vivemos infelizmente sofremos vários tipos de preconceitos porém esse documentário nos mostra a liberdade que temos de expressar de ser feliz com nossas próprias escolha, que não adianta esconder em baixo de religiões, igrejas ou até mesmo cultura, até pq cada um tem uma opinião própria,f formada, cada um tem uma maneira de ver os acontecimentos e situações diferente, para tudo isso ter mudança é necessário crescer o respeito, um pelos outro independente de raça, de sexo, ou de estilo.
    Basta queremos transforma nossos pensamentos e ideias, buscar mais conhecimento antes de fazer um pré julgamento sobre algo, antes de queremos resolver ou opinar sobre determinadas opiniões e situações.

    Max William Andrade Gomes
    Fac: III
    R.E: 8409155526

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